Pagina do facebook trata de cabala judaica autentica.

•10/06/2017 • Deixe um comentário

Uma pagina do facebook tem explorado a cabala pura, postando videos do grande rabino cabalista Dudu Levinzon.

a pagina expressa o seguinte sobre sí

“Como no Brasil a cabalá é difundida com elevada carga de elementos não-judaicos e elementos equivocados, criou-se este blog para tratar de Cabalá Autêntica”

https://cabalapelotas.wordpress.com/

https://www.facebook.com/cabalistasdebombacha/

qual a opinião de vocês sobre esse texto?

•10/06/2017 • Deixe um comentário

Não há aquele registro certo pelo qual começar, muito menos pelo qual terminar, pois a totalidade de situações que levaram a Maçonaria brasileira ao cenário de hoje, e que embasam o raciocínio aqui apresentado, não somente estouraria a quantidade máxima de caracteres recomendada a um pequeno artigo, como explodiria até mesmo a mais extensa das enciclopédias.

Assim, na certeza de que fatos importantes ficarão de fora, dar-me-ei a liberdade de citar apenas alguns, mais recentes e, por isso, frescos na memória, como meio de ilustrar o raciocínio a ser apresentado.

O conceito mais comum de maçonaria é a de que é um “belo sistema de moralidade”. Em outras palavras, uma escola de moral e ética social. Essa escola possui princípios muito bem determinados e regras internacionais que separam o joio do trigo e garantem certa universalidade entre os homens teístas de bem. Ou seja, homens que creem em Deus e são dignos e idôneos, independente de raça, credo, ideologia política e classe social. É por essa razão que praticamente todos os rituais, na parte dedicada ao escrutínio, alerta aos irmãos para não votarem baseados em diferenças pessoais e preconceitos, mas única e exclusivamente na moral apresentada pelo candidato. É difícil? Sim. Mas é o certo, principalmente em se tratando de uma escola de moral na qual os membros buscam vencer suas paixões, vícios e preconceitos.

Nos últimos anos, temos observado os muros levantados por uma obediência maçônica no Brasil perante outras, mesmo após décadas de convívio relativamente fraterno. As atitudes de seus dirigentes levaram, depois de alguns lamentáveis episódios no exterior abafados no Brasil, no recente escândalo de seus ostracismos da única confederação maçônica relevante em todo o continente americano. A justificativa do Grão-Mestre a seu povo maçônico é de que está apenas seguindo as leis maçônicas de sua obediência. No entanto, em nenhum trecho de todo o arcabouço legal daquela obediência há uma determinação para que seus dirigentes promovam ofensivas contra obediências não-reconhecidas em suas viagens ao exterior. Se não quer, não as reconheça… mas não precisa persegui-las. Não há justificativa legal para isso, muito menos moral.

Essa mesma obediência é a que contava em seus quadros com José Roberto Arruda, que, enquanto Senador da República, renunciou por ter adulterado o painel de votação do Senado. Arruda posteriormente entrou para a história como o primeiro Governador a ser encarcerado durante o mandato, e foi cassado por conta do chamado “mensalão do DEM”. Foi expulso? Não. Recebeu o Quite Placet para retornar num futuro próximo.

Também é dessa obediência o “irmão” Gim Argello, ex-Senador da República condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, e que responde a outros processos por apropriação indébita, peculato e organização criminosa. Expulso? Também não.

E o triângulo fraterno-político dessa obediência pode ser completado por Roberto Jefferson, deputado-federal que teve seu mandato cassado e direitos políticos suspensos por 8 anos, considerado o pai do mensalão, por ter sido o primeiro a delatá-lo. Foi condenado na justiça por corrupção e lavagem de dinheiro. Expulso? Não. E, ao que parece, em breve regularizado.

E não se pode deixar de mencionar o “irmão” Michel Temer, da mesma obediência, atualmente “adormecido”, atual Presidente da República que foi recentemente flagrado em atitudes um tanto quanto questionáveis. Ele somente não formou um “quadrado” com os demais neste artigo porque (pelo menos, ainda) não é um criminoso condenado que experimentou noites aprisionado, como os anteriores mencionados.

Em vez de gastar o dinheiro pago pelos irmãos em viagens para o exterior com fins de promover campanhas contra o reconhecimento de outras obediências brasileiras… em vez de apontar o dedo para os outros… não seria melhor olhar para si mesmo e retificar-se? “Limpar a casa”? VITRIOL.

Porém, esse namoro maçônico com a política profana não é exclusividade dessa obediência no Brasil. Desde o período de campanha eleitoral de 2014 venho alertando para uma infração generalizada na Maçonaria brasileira, cometida por diversas obediências, independente de vertente.

É importante esclarecer que, em 1938, a Grande Loja Unida da Inglaterra publicou, em conjunto com as Grandes Lojas da Escócia e da Irlanda, “The Aims and Relations of the Craft”, uma declaração dos princípios fundamentais que serve de base para o reconhecimento da regularidade de prática de outras obediências. O item 6 dessa declaração registra claramente que:

Enquanto a Maçonaria inculca em cada um dos seus membros os deveres de lealdade e de cidadania, reserva-se ao indivíduo o direito de ter sua própria opinião em relação a assuntos políticos. Entretanto, nem em uma Loja, nem a qualquer momento em sua qualidade de maçom, lhe é permitido discutir ou fazer promover seus pontos de vista sobre questões teológicas ou políticas”.

Assim como essas, outras importantes Grandes Lojas pelo mundo têm regras explícitas e severas contra o envolvimento político da maçonaria. A Grande Loja Nacional Francesa – GLNF, por exemplo, já fora duramente punida, tendo perdido reconhecimentos e caído em um “ostracismo” maçônico a nível internacional por ter se aventurado em emitir opiniões políticas (uma carta aberta em apoio a um candidato a presidência, publicada em 2010). Foram anos para reverter o estrago e retomar os reconhecimentos que havia perdido.

No entanto, a maçonaria brasileira não foi capaz de aprender com os erros das outras. No período de campanha eleitoral de 2014, várias foram as obediências que se manifestaram publicamente, em alguns casos em cartas abertas como a da GLNF, em apoio ao Aécio Neves, então candidato a Presidência da República, e recentemente afastado do Senado e investigado por diversos crimes, graças às gravações e delações dos gestores da JBS.

Esse comportamento pode ser explicado, mas não justificado, pelo fato de que muitas lideranças maçônicas possuem filiações, interesses e até mesmo pretensões políticas. E muitos são os irmãos que apoiam tais manifestações, colocando suas opiniões políticas individuais acima dos princípios maçônicos institucionais, porque alimentam a vaidade de ostentar a crença imaginária de que a maçonaria tem peso e influência política nacional. No fundo, sabemos que não tem.

Estas últimas afirmações são claramente sustentadas pela quantidade de lideranças que, ao final de seus mandatos maçônicos, candidatam-se a cargos públicos; pelas inúmeras palestras e escritos de intelectuais da maçonaria em defesa de que a mesma assuma posição de elite estratégica brasileira; e pela formação de grupos maçônicos de ação política, que não conseguem reunir algumas centenas de irmãos, mas se vangloriam da eleição de meia dúzia de vereadores e um ou outro prefeito maçom, que obviamente não foram eleitos por tais iniciativas ou por suas condições de maçons.

Então, pelo menos no que tange ao ativismo político, não há como distinguir o que é pior. Pois, sendo a maçonaria essa “escola de moral e ética social”, enquanto a iniciação e não-expulsão de políticos corruptos fere a moral; a manifestação a favor deste ou daquele candidato (nesse caso, também corrupto) é maçonicamente ilegal, ferindo assim a ética social.

Enfim, já que não fomos capazes de aprender com os erros das outras, que possamos dessa vez aprender com nossos próprios erros. No próximo ano haverá novo período eleitoral. Mesmo que a maioria dos irmãos de uma obediência seja a favor de determinado candidato, vençamos nossas paixões em respeito àqueles que foram, são ou um dia serão irmãos e têm o direito de pensarem diferente e de terem suas opiniões respeitadas. O princípio da universalidade ideológica na Maçonaria não pode ser ferido de morte. E assim também prevenimos que nossas obediências não sejam apontadas como apoiadoras ou até mesmo abrigo de corruptos, e expostas ao ridículo.

Os Sikhs

•03/06/2017 • Deixe um comentário

Ah o misterioso cósmico.

•25/03/2017 • 2 Comentários

Há algum tempo atrás eu pertencia a uma ordem iniciatica em………….., um grupo pequeno e coeso de pessoas que há muito faziam parte da ordem aqui citada, não vou dizer nomes, bom a ordem deles não crescia no numero de membros, sempre a mesma quantidade, eles diziam que era assim porque era da vontade do “além”, bom, talvez negligenciassem o fato da ordem ficar isolada no meio de um bairro barra pesada mas segue o baile, o interesse de muitos, era levar a ordem para uma zona colonial(agricola), ou seja afastar mais ainda do centro da cidade a ordem, agora lhes pergunto para que?
clube exclusivista, os alto iniciados, um circulo masturbatorio do ego, fazendo assim uma realidade onde qualquer um desista de participar para que cada dia mais, quanto mais pessoas deixarem de ir, mais eles se sintam especiais, os eleitos, os perfeitos, fica ai a critica pra esse tipo de posicionamento.

Shem HaMephorash

•17/01/2017 • 4 Comentários

O Shem HaMephorash (em hebraico: שם המפורש, alternativamente Shem ha-Mephorash ou Schemhamphoras) é um termo originalmente Tannaitico(Foram os sábios rabínicos cujas opiniões são registradas na Mishnah), descrevendo um nome oculto de Deus na Cabala (“incluindo” variantes cristãs e herméticas) e em alguns discursos judaicos mais comuns. É composta por 4, 12, 22, 42 ou 72 letras (ou tríades de letras), sendo a última versão a mais comum.

Maimônides achava que o Shem ha-Mephorash era usado apenas para o Tetragrammaton de quatro letras.

Uma variante de 12 letras aparece no Talmud, embora fosse desconhecida na Kabbalah posterior e completamente ausente da magia judaica.

Uma variante de 22 letras é escrita pela primeira vez em Sefer Raziel HaMalakh,  sem interpretação, como אנקתם פסתמ פספסים דיונסים (provavelmente transliterado como Anaktam Pastam Paspasim Dionsim). Suas origens são desconhecidas, sem conexão com hebraico ou aramaico sendo encontrado, e nenhum acordo sobre qualquer origem particular grego ou zoroastriano. Há precedentes Geonicos para o nome, indicando que o nome é mais velho que Sefer Raziel.

Uma variante de 42 letras foi descrita por Hai Gaon como אבגיתץ קרעשטן נגדיכש בטרצתג חקבטנע יגלפזק שקוצית. Ele escreveu: “Embora as consoantes deste nome sejam bem conhecidas, sua própria vocalização não é traduzida pela tradição. Alguns pronunciam sua primeira parte Abgitaẓ, e outros Abigtaẓ, ea última parte às vezes é lida Shakvaẓit, e às vezes Shekuẓit, mas não há Prova definitiva “. Esta variação na pronúncia foi entendida por Joshua Trachtenberg para indicar que esta versão é bastante antiga, as vogais em hebraico sendo facilmente perdido ao longo do tempo. É, por algum meio, derivado das primeiras 42 letras da Bíblia hebraica.  Como o nome de 22 letras, ele é encontrado em Sefer Raziel.

O “nome de 72 formas” é altamente importante para Sefer Raziel,  e um componente chave (mas muitas vezes faltando) para as práticas mágicas em The Lesser Key of Solomon(A chave menor de salomão). Ele é derivado de Êxodo 14: 19-21,  para produzir 72 nomes de três letras. Este método foi explicado por Rashi, (b Sukkah 45a).  As lendas cabalistas e ocultistas afirmam que o nome de 72 formas foi usado por Moisés para atravessar o Mar Vermelho, e que pode conceder aos holímos mais tarde o poder de controlar demônios, curar os doentes, prevenir desastres naturais e até mesmo matar inimigos.( ver aquele texto que eu escrevi sobre goetia)

O nome de 72 vezes é mencionado por Roger Bacon, que se queixou de um livro intitulado Liber semamphoras, mais especificamente a corrupção linguística que ocorreu em traduzir hebraico para latim. Os anjos do Shemhamphorash influenciaram fortemente a cosmologia de Johann Reuchlin influenciando Heinrich Cornelius Agrippa  e Athanasius Kircher.  Thomas Rudd apresentou os 72 anjos em sua magia, como uma força de equilíbrio contra os espíritos malignos do Ars Goetia ou isoladamente.  O material de Rudd no Shemhamphorash foi mais tarde copiado e expandido por Blaise de Vigenère, cujos manuscritos foram por sua vez usados por Samuel Liddell MacGregor Mathers em suas obras para a Ordem Hermética da Golden Dawn.(A coisa DECAI de uma forma ridicula)[como o goy caga tudo que toca]

Anjos de Shemhamphorash

Anjo.
Anjo comandado(por Ambelain) Ordem (porAmbelain)[13] Verso Invocátorio Demonio comandado (por Rudd)
1. Vehuiah Metatron Seraphim Psalms 3:3 Bael
2. Jelial Metatron Seraphim Psalms 22:19 Agares
3. Sitael Metatron Seraphim Psalms 91:2 Vassago
4. Elemiah Metatron Seraphim Psalms 6:4 Gamigin
5. Mahasiah Metatron Seraphim Psalms 34:4 Marbas
6. Lehahel Metatron Seraphim Psalms 9:11 Valefar
7. Achaiah Metatron Seraphim Psalms 103:8 Aamon
8. Cahetel Metatron Seraphim Psalms 95:6 Barbatos
9. Haziel Jophiel Cherubim Psalms 25:6 Paimon
10. Aladiah Jophiel Cherubim Psalms 33:22 Buer
11. Lauviah Jophiel Cherubim Psalms 18:46 Gusion
12. Hahaiah Jophiel Cherubim Psalms 10:1 Sitri
13. Iezalel Jophiel Cherubim Psalms 98:4 Beleth
14. Mehahel Jophiel Cherubim Psalms 9:9 Leraje
15. Hariel Jophiel Cherubim Psalms 94:22 Eligor
16. Hakamiah Jophiel Cherubim Psalms 88:1 Zepar
17. Lauviah Zaphkiel Tronos Psalms 8:9 Botis
18. Caliel Zaphkiel Tronos Psalms 35:24 Bathin
19. Leuviah Zaphkiel Tronos Psalms 40:1 Saleos
20. Pahaliah Zaphkiel Tronos Psalms 120:1-2 Purson
21. Nelchael Zaphkiel Tronos Psalms 31:14 Morax
22. Ieiaiel Zaphkiel Tronos Psalms 121:5 Ipos
23. Melahel Zaphkiel Tronos Psalms 121:8 Aim
24. Haniniah Zaphkiel Tronos Psalms 33:18 Naberus
25. Nilaihah Zadkiel Dominios Psalms 9:1 Glasya-Labolas
26. Haaiah Zadkiel Dominios Psalms 119:145 Bune
27. Ierathel Zadkiel Dominios Psalms 140:1 Ronove
28. Seehiah Zadkiel Dominios Psalms 71:12 Berith
29. Reiiel Zadkiel Dominios Psalms 54:4 Astaroth
30. Omael Zadkiel Dominios Psalms 71:5 Forneus
31. Lecahel Zadkiel Dominios Psalms 71:16 Foras
32. Yasariah Zadkiel Dominios Psalms 33:4 Asmodeus
33. Ieuiah Kamael Poderes Psalms 94:11 Gaap
34. Lehahaiah Kamael Poderes Psalms 131:3 Furfur
35. Chavakiah Kamael Poderes Psalms 116:1 Marchosias
36. Menadel Kamael Poderes Psalms 26:8 Stolas
37. Aniel Kamael Poderes Psalms 80:3 Phenex
38. Haamiah Kamael Poderes Psalms 91:9 Halphas
39. Rehael Kamael Poderes Psalms 30:10 Malphas
40. Ieiazel Kamael Poderes Psalms 88:14 Raum
41. Hahael Raphael Virtudes Psalms 120:2 Focalor
42. Mikael Raphael Virtudes Psalms 121:7 Vepar
43. Veualiah Raphael Virtudes Psalms 88:13 Sabnock
44. Ielahiah Raphael Virtudes Psalms 119:108 Shax
45. Sealiah Raphael Virtudes Psalms 94:18 Vine
46. Ariel Raphael Virtudes Psalms 145:9 Bifrons
47. Asaliah Raphael Virtudes Psalms 92:5 Vual
48. Mihael Raphael Virtudes Psalms 98:2 Haagenti
49. Vehuel Haniel Principados Psalms 145:3 Crocell
50. Daniel Haniel Principados Psalms 145:8 Furcas
51. Hahasiah Haniel Principados Psalms 104:31 Balam
52. Imamiah Haniel Principados Psalms 7:17 Allocer
53. Nanael Haniel Principados Psalms 119:75 Caim
54. Nilhael Haniel Principados Psalms 103:19 Murmur
55. Mehaiah Haniel Principados Psalms 102:12 Orobas
56. Poiel Haniel Principados Psalms 145:14 Gremory
57. Nemamiah Michael Arcanjos Psalms 115:11 Ose
58. Ieialel Michael Arcanjos Psalms 6:3 Auns
59. Harael Michael Arcanjos Psalms 113:3 Orias
60. Mitzrael Michael Arcanjos Psalms 145:17 Vapula
61. Umahel Michael Arcanjos Psalms 113:2 Zagan
62. Iahhel Michael Arcanjos Psalms 119:159 Valac
63. Ananel Michael Arcanjos Psalms 100:2 Andras
64. Mehriel Michael Arcanjos Psalms 33:18 Flauros
65. Damabiah Gabriel Anjos Psalms 90:13 Andrealphus
66. Manakel Gabriel Anjos Psalms 38:21 Cimeries
67. Eidel Gabriel Anjos Psalms 37:4 Amduscias
68. Hahniah Gabriel Anjos Psalms 106:1 Belial
69. Rochel Gabriel Anjos Psalms 16:5 Decarabia
70. Jabamiah Gabriel Anjos Genesis 1:1 Seere
71. Haiaiel Gabriel Anjos Psalms 109:30 Dantalion
72. Mumiah Gabriel Anjos Psalms 116:7 Andromalius

Os filhos da viuva, a viuva e o sumo sacerdote(Cohen Hagadol)

•17/01/2017 • Deixe um comentário

A Torá proíbe um Cohen, sacerdote da religião judaica, de desposar uma mulher divorciada. Proíbe também um Cohen Gadol, o Sumo Sacerdote da religião judaica, de casar-se com uma divorciada ou viúva [1].

Ora, talvez faça sentido a primeira proibição. Como um sacerdote servia como agente espiritual do povo judeu no Serviço Divino, exigia-se dele que vivesse uma vida de completa inocência e espiritualidade. Portanto, a Torá não desejava que ele desposasse um ser humano envolvido em conflito e discórdia.

Mas por que um Sumo Sacerdote não podia desposar uma viúva? O que há na morte do marido que a desqualifique para desfrutar um relacionamento abençoado com um Sumo Sacerdote judeu?

Talvez você se surpreenda com a resposta. Porém sempre considerei esta resposta extremamente reconfortante, pois demonstra como o judaísmo não esconde sua face dos profundos conflitos que confrontam todos os seres humanos na área da intimidade.

Rabi Chaim Yossef David Azulai, um sábio e místico do século dezoito, conhecido como o Chida(lê-se RRida) [2], oferece a seguinte interpretação em nome do notável pensador judeu do século doze, Rabi Yehudá Hachassid [3].

O Sumo Sacerdote de Israel recebia muitos e notáveis poderes espirituais. O mais importante deles era seu dever no dia mais sagrado do ano, Yom Kipur, de entrar no Santo dos Santos do Templo, um local onde nenhum outro judeu vivo jamais tivera permissão de entrar.

Naquele dia específico, o Sumo Sacerdote também pronunciava o Nome secreto de D’us, composto de 72 letras, que continha profundos poderes. (Os sábios judeus intencionalmente deixaram de ensinar aquele Nome durante o período da conquista romana de Jerusalém, e desde então foi esquecido.)

Ora, a Torá se preocupa que o Sumo Sacerdote possa sentir uma inclinação por uma mulher casada em especial. O que poderia ele fazer a respeito do fato de ela ser casada? No Yom Kipur seguinte, ele utilizaria o momento em que pronuncia o inefável Nome de D’us a fim de provocar um decreto de morte para o marido dela. Assim, ele teria condições de desposar a viúva.

É como resultado desta preocupação que a Torá ordena que um Sumo Sacerdote não possa se casar com uma viúva. Mesmo que ele consiga livrar-se do marido, não poderia desposar a viúva.

O judaísmo, em sua atitude para com a psique humana baseada na realidade, sabia muito bem que a sexualidade torna todos os homens – sacedotes e leigos da mesma forma – presas de seu extraordinário apelo. Até um Sumo Sacerdote, no dia mais sagrado do ano, enquanto pronuncia a palavra mais sagrada do mundo, é capaz de pensar em como pode “tirar um homem do caminho” para que possa colocar as mãos em sua mulher. O judaísmo é profundamente sensível à verdade de que todo ser humano tem dentro de si um demônio à espreita. Se você não o desafiar e domá-lo, ele pode transformar você em um monstro.

Portanto, na próxima vez que você for dominado por ânsias especialmente obscuras, não se desespere. Lembre-se, você não é pior que o Sumo Sacerdote de Israel! Você, também, pode lutar contra horríveis demônios. Mas você, também, ainda pode entrar no Santo dos Santos.

[1] Vayicrá 21:7; 14.

[2] 1724-1806. O Chida, autor de mais de 50 volumes sobre o pensamento da Torá, foi um dos maiores luminares de Torá de sua época. Morou em Israel, Egito e Itália. Ele cita esta interpretação em seu livro Penei David.

[3] Rabi Yehudá Hachassid, que residiu em Regensburg, Alemanha, e escreveu o afamado Sêfer Chassidim, foi conhecido como uma das maiores autoridades cabalistas e haláchicas de seu tempo.

os filhos da Viuva…

A esposa de Hiram Abiff ficou Viuva…

Jesus ressuscita o filho de uma viuva…

Sobre a Viuva ainda tem-se

Filho da viúva é um apelido comumente aplicado aos maçons. Viúva, no caso é a própria Maçonaria, enquanto instituição, já que seu fundador, Hiram Abiff foi assassinado. Dessa forma, seus filhos, maçons seriam órfãos de pai. Essa, naturalmente, é uma alegoria, e não é a única inspiração dessa curiosa expressão.
Na verdade, essa expressão é bastante antiga. Ela já era utilizada nas antigas Iniciações, especialmente nos Mistérios Egípcios. Filhos da Viúva eram todos aqueles que se iniciavam nos Mistérios de Ísis e Osíris, pois Ísis era a esposa viúva do deus Osiris,morto pelo seu invejoso irmão Seth.
Na tradição gnóstica, entretanto, há uma lenda oriunda da seita cainita, segundo a qual a famosa Rainha de Sabá, Barcis, quando visitou o reino de Israel, na época de Salomão, não teria se apaixonado pelo famoso e sábio rei, como divulga a tradição, mas sim pelo arquiteto do Templo, Hiram Abiff. Do romance mantido pelos dois teria nascido um filho. Esse menino teria nascido após o assassinato do mestre pelos Jubelos, razão pela qual esse filho do maior maçom da terra era chamado de “o filho da viúva”. Essa lenda foi inclusive tema de uma ópera composta por Gerard de Nerval, que ao que parece, nunca foi encenada.
A expressão permite o desenvolvimento de um simbolismo rico em significação e os maçons espiritualistas souberam utilizá-lo muito bem. Na tradição da Maçonaria, o Filho da Viúva serve tanto para designar os Templários “órfãos” em relação á extinção de sua Ordem e a morte de seu “pai”, o Grão-Mestre Jacques de Molay, quanto aos partidários dos Stuarts em relação á morte de seu rei Carlos I, decapitado por ordem do Parlamento inglês. A viúva daquele rei teria organizado a resistência, sendo a maioria dos seus partidários constituída de maçons. A propósito, foram os stuartistas refugiados na França que desenvolveram a maior parte dos graus do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Filho da Viúva é também Jesus Cristo, cujo pai, José, morreu quando ele era ainda uma criança. Como Jesus consagrou Maria como Mãe de toda a Cristandade, os cristãos são todos filhos da viúva. Filho da Viúva, também, de acordo com outros autores, eram os filhos dos soldados cruzados que embarcavam para a Terra Santa e lá morreram em defesa da fé cristã.
Dessa forma, a expressão carrega um simbolismo bastante apropriado às tradições cultivadas pela Maçonaria.”

“E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.” Lucas 7:12

“E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.” Lucas 7:14

Ou seja a viuva(maçonaria) vê a sua ressurreição(no grau de mestre) porque estavas morto no grau de companheiro, vivenciando uma viagem totalmente espiritual(é uma forma de ver isso)

Porque a Goetia/Goecia é uma “fraude”?

•17/01/2017 • Deixe um comentário

vamos lá então, talvez esse post tire o emprego de muito picareta, de muitos que usam do occultismo como o seu herbalife esoterico dando aulas a alunos mediocres e sem base alguma.

Primeiramente o que diz a internet sobre a Goetia?

“Goetia ou Ars Goetia, ou ainda, Feitiçaria, refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de “anjos caídos” e/ou “demônios” ou “espíritos que não seguem linhas evolutivas”. Baseia-se, geralmente, na tradição judaico-cristã em que o rei de Israel, Salomão, fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e, consequentemente, a todos os espíritos menores governados por eles. Desta forma, o rei Salomão e, posteriormente, seus discípulos teriam toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro.” (de acordo com a wikipédia)

Aqui vai a dica de ouro, a mais importante dica que eu posso lhe oferecer no que diz respeito a ocultismo em geral, estude a origem daquilo que lhe apresentam, estude a fonte, o ocultismo é a casa de varios bastardos e de filhos ilegitimos, a GOETIA é um filho ilegitimo de salomão, e já vou lhe explicar porque, começando respondendo a pergunta mais importante de todas, QUEM FOI SALOMÃO?

Salomão é uma tradução de um nome, uma grosseria diga-se de passagem, não se deve nunca traduzir o nome de ninguém, Salomão que no inglês se chama Solomon, no Arabe Suleiman, se chama em sua lingua oficial SHLOMO, Shlomo ben David(salomão filho de David), Shlomo ha Melech(O Rei Salomão) foi um homem fantástico e mitico! Mas basicamente SALOMÂO ERA UM JUDEU PRATICANTE MUITO PARECIDO COM OS JUDEUS ORTODOXOS DE AGORA.

A palavra Shlomo vem de shalom, significando o pacifico.

De acordo com a Orthodox Union

“Shlomo HaMelech – rei Salomão, filho de David HaMelech, rei David. Shlomo realizou o sonho de seu pai, para construir o Beit HaMikdash, o Templo, em cerca de 1.000 aC.

(vale ressaltar que por mais estranho que o templo possa parecer pra vocẽ GOY[não judeu] vale ressaltar que o templo é lugar de milagre e não de mistério, não há mistério dentro do templo, não há segredo dentro do templo)

Quando HaShem lhe ofereceu o que quisesse, Shlomo escolheu a sabedoria. Reconhecendo sua sábia escolha, HaShem lhe concedeu riquezas e sabedoria.

Shlomo foi o autor de vários trabalhos na “TANACH”, a Bíblia hebraica. De acordo com a nossa tradição, encontrada em Masechet Bava Batra, ele escreveu: “Shir HaShirim”,   “O Cantico dos Canticos”, uma canção de amor entre um “homem” e uma “mulher” que  é uma metáfora para a relação entre HaShem e o Povo judeu.

Ele também escreveu “Mishlei”, “Provérbios”, um compêndio de provérbios sábios; Por exemplo: “Que a bondade e a verdade nunca vos deixem; Amarrá-los ao redor do pescoço; Escreve-os na tábua do teu coração “(Mishlei 3: 3) e” Considere o comportamento da formiga preguiçosa, observe sua constante ocupação e ganhe sabedoria “(Mishlei 6: 6) e” Toda mulher sábia constrói sua casa; O tolo a destrói com suas próprias mãos “(” Mishlei 14: 1)

Outra obra de Shlomo é “Kohelet”, “Eclesiastes” (que significa “Pregador”, de acordo com uma interpretação). Este trabalho considera todas as filosofias do mundo, inclusive aquelas alheias ao judaísmo, mas foi mantido na Bíblia hebraica por CHAZAL por causa da conclusão, em que Shlomo diz: “O fim da matéria, tudo o que foi ouvido, é ‘Medo O Senhor e cumprir Seus mandamentos, pois este é o propósito do homem—– (Aqui os ocultistas vão forçar a barra e usar de desonestidade dizendo que isso legitima a goetica como uma ciencia de origem judaica ou do proprio Salomão)”.

—-Essa história de 72 demonios da onde vem?

O cristão/pagão europeu tem uma mania muito feia e constante(constante até pelo menos o século XX) de pegar coisas do judaísmo e inventar bobagens com ela, eles pegaram as 22 letras do hebraico e disseram que elas eram na verdade as 22 laminas do Tarot, e eles pegaram os 72 nomes misticos de D’us e criaram os 72 nomes dos Demônios da Goetia, mas porque?

Porque os cristãos tem necessidade de jogar a biblia Hebraica (AKA antigo testamento) na sombra do obscuro, do umbral, do degenerado, do datado, do antigo, do esquecido e principalmente do nebuloso, pois o cristianismo é uma bola de chumbo sustentado por gravetos, de tal forma que o misticismo dá uma sobrevida a existencia do cristianismo(que é um filho ilegitimo do judaismo) como religião, que se baseia na vinda de um Deus homem que morreu há 2000 mil anos e nunca mais voltou(e nem vai voltar) o mistico é um belo tapa buraco,e para o homem medieval demonizar o judeu é uma forma de tapar o buraco perante a quantidade absurda de coisas inexplicaveis que acontecia a sua volta(peste negra)

Quando eu era um mistico ativo, sempre ouvi dos “grandes mestres” que aquele que não falava latin,hebraico e grego não poderia de forma alguma invocar as grandes forças,Latin hebraico e grego???? Agora isso não soa um tanto quanto católico? Não são as linguas do ritual de exorcismo??? Se eu fosse invocar um ser Sumério ou hebraico não seria melhor aprender Aramaico,Sumério e Hebraico?????

porque salomão precisaria de cruzes em seu circulo magico? porque usaria um triangulo??? sendo que esse simbolo não adorna NENHUM ritual judaico????

A ideia do espelho negro vem da observação dos não-judeus de que os judeus cobriam os espelhos em determinados momentos, como o espelho por sí só é um elemento curioso (o mais proximo de uma tela de alta definição que o homem primitivo alcançou) deu-se esse valor magico ao espelho.

O judaísmo não nega a “existencia” de outras entidades, tanto o é que usa da expressão elohim para se tratar delas (na Torah) diferenciando elas do ELOHIM a partir de uma coisa chamada exclusividade de culto, então essa divindade  do TETRAGRAMA passa os rituais exclusivos que os judeus devem usar NA TORAH, o levitico nada mais é do que o GRIMORIO dos judeus, eles não podem inventar rituais novos, ou participar de rituais novos mesmo que esses rituais sejam feito sem idolatria, o que está no Pentateuco é pétreo não pode ser mudado, esquecido ou relativizado.

os objetos “magicos” dos judeus são descritos na Torah oral e na Torah escrita, basta uma leitura rapida em livros como o Kitsur Shulchan Aruch,Talmude bavli e biblia Hebraica para perceber a IMPOSSIBILIDADE dos judeus terem criado a GOETHIA, além de que Salomão era o mais alto homem entre os judeus, ele era o rei, era um Tsadik(um justo), como um homem com um vinculo tão forte e constante com o D’us judaico faria uso de seres tão rasteiros? Ele não pode! não tem como estar conectado com dois padrões vibratórios tão diferentes!

Então isso

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virou isso:

goetia

Que mais parece isso

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Então como a Goethia funciona?(se funciona)

Partindo do principio de funcionamento da magia do Chaos, é facil entender como a goetia funciona, ou como ela funciona a partir do uso de auto-sugestionamento, que leva ao mesmerismo(hipnose) e depois ao espiritismo etc…

um “porrilhão” de pessoas acreditando no inferno faz ele existir??? Ou ainda seguindo o conceito de infinitas realidades paralelas em alguma delas os demonios goeticos existem?Sim?Bom ai você vai ter que crer que talvez o Pikachu exista em algum lugar não?(se a mente cria)

Ainda sobre os 72 nomes de D”us o site Coisas judaicas diz:

“A Kabbalah ensina que todo ser humano compartilha o mesmo propósito final na vida, que é receber a completa felicidade e plenitude que Deus deseja para nós. Mas ao mesmo tempo em que é fácil falar, há também a necessidade de um trabalho espiritual verdadeiro, a fim de remover as tendências negativas que nos afastam das dádivas da vida. E ao assumirmos este trabalho, nossas almas necessitam de suporte técnico, assim como um computador ou qualquer outro mecanismo altamente sensível.

Um dos ensinamentos mais importantes da Kabbalah é que não nos encontramos sozinhos nas tarefas da vida. Existem ferramentas poderosas para nos ajudar, incluindo a própria Bíblia. A Kabbalah ensina que a Bíblia nem é um tópico de estudo acadêmico nem um livro de mandamentos e proibições que devam ser entendidos literalmente. A Bíblia é um documento em código, no qual as escoras do universo encontram-se ocultas – inclusive a incrível tecnologia espiritual conhecida como os 72 Nomes de Deus.

O que são realmente os 72 Nomes? De acordo com os ensinamentos cabalísticos, 72 seqüências únicas de letras hebraicas do Capitulo 14 do livro de Êxodus criam uma vibração espiritual que constitui um poderoso antídoto para a energia negativa do ego humano. Esta revelação é um passo adiante crucial no trabalho de milhares de anos dos mestres cabalistas.

Cada geração sucessiva de sábios avançou na tarefa de decodificar a Bíblia – cada um construindo em cima do trabalho daqueles que o antecederam, cada um dando sua própria contribuição à sabedoria cabalística. O propósito e o compromisso do Kabbalah Centre é continuar este trabalho. O estudioso cabalístico Yehuda Berg devotou cinco anos à pesquisa e descoberta dos significados ocultos das seqüências de letras que compreendem os 72 Nomes. Sua revelação foi um marco na história de séculos da Kabbalah.

A chave para se conectar com o poder dos Nomes é encontrada nas passagens bíblicas específicas das quais elas derivam. Conforme descreve a Bíblia, 600.000 israelitas estavam às margens do Mar Vermelho. O Faraó e o exército egípcio os estavam perseguindo. Com o mar à sua frente e seus inimigos atrás, parecia que não havia para onde os israelitas se voltarem. Eles só podiam clamar a Deus pela salvação. E o que o Criador disse em resposta aos seus apelos? Esta é uma das passagens mais cuidadosamente estudadas e debatidas em todo o estudo bíblico. A resposta foi: “Por que vocês estão clamando a mim?”

Mas a quem poderiam os israelitas clamar senão a Deus? Os cabalistas explicam que a passagem é uma mensagem codificada, explicando o segredo da natureza humana e a forma de suplantar os desafios que enfrentamos durante as nossas vidas.

Em seu comentário sobre esta passagem, o Zohar, a fonte da sabedoria cabalística, explica que não havia necessidade da ajuda do Criador – porque naquele momento Moisés revelou os 72 Nomes, e a consciência coletiva do povo estava elevada. Mas nem uma única molécula de água se moveu até que o povo tivesse fisicamente caminhado em direção ao mar com certeza absoluta. Somente quando estavam com as ondas na altura do pescoço – e ainda assim mantendo total certeza de que a água se abriria – o mar se partiu para proporcionar-lhes uma passagem para a liberdade.

Como o Zohar deixa claro, o propósito dos 72 Nomes está oculto na história em que eles são encontrados. Os Nomes constituem uma ferramenta para ajudar a humanidade a assumir o controle sobre o caos, controlando a natureza física. Ao usar os 72 Nomes, os israelitas superaram a negatividade da dúvida baseada no ego e desta forma mudaram a natureza da água, até que ela deixasse de fluir. De acordo com a Kabbalah, a humanidade está destinada a ter o controle sobre a natureza física; o único obstáculo é o nosso ego. Superar o ego em sua raiz permite o controle sobre o mundo físico, e este é o propósito do INSTRUMENTO QUE SÃO OS 72 NOMES.( Ai vem o cristão maniqueista e mongoloide e cria uma contra parte para isso)

O Zohar explica ainda que, apesar do que possamos acreditar, nosso ego não constitui realmente quem somos. Mais apropriadamente, os cabalistas descrevem o ego como uma vestimenta, uma cortina que esconde a Luz do nosso eu verdadeiro. Nosso propósito neste mundo é remover a vestimenta que oculta nossa verdadeira essência e potencial.

significados ocultos das seqüências de letras que compreendem os 72 Nomes. Sua revelação foi um marco na história de séculos da Kabbalah.

A chave para se conectar com o poder dos Nomes é encontrada nas passagens bíblicas específicas das quais elas derivam. Conforme descreve a Bíblia, 600.000 israelitas estavam às margens do Mar Vermelho. O Faraó e o exército egípcio os estavam perseguindo. Com o mar à sua frente e seus inimigos atrás, parecia que não havia para onde os israelitas se voltarem. Eles só podiam clamar a Deus pela salvação. E o que o Criador disse em resposta aos seus apelos? Esta é uma das passagens mais cuidadosamente estudadas e debatidas em todo o estudo bíblico. A resposta foi: “Por que vocês estão clamando a mim?”

Mas a quem poderiam os israelitas clamar senão a Deus? Os cabalistas explicam que a passagem é uma mensagem codificada, explicando o segredo da natureza humana e a forma de suplantar os desafios que enfrentamos durante as nossas vidas.

Em seu comentário sobre esta passagem, o Zohar, a fonte da sabedoria cabalística, explica que não havia necessidade da ajuda do Criador – porque naquele momento Moisés revelou os 72 Nomes, e a consciência coletiva do povo estava elevada. Mas nem uma única molécula de água se moveu até que o povo tivesse fisicamente caminhado em direção ao mar com certeza absoluta. Somente quando estavam com as ondas na altura do pescoço – e ainda assim mantendo total certeza de que a água se abriria – o mar se partiu para proporcionar-lhes uma passagem para a liberdade.

Como o Zohar deixa claro, o propósito dos 72 Nomes está oculto na história em que eles são encontrados. Os Nomes constituem uma ferramenta para ajudar a humanidade a assumir o controle sobre o caos, controlando a natureza física. Ao usar os 72 Nomes, os israelitas superaram a negatividade da dúvida baseada no ego e desta forma mudaram a natureza da água, até que ela deixasse de fluir. De acordo com a Kabbalah, a humanidade está destinada a ter o controle sobre a natureza física; o único obstáculo é o nosso ego. Superar o ego em sua raiz permite o controle sobre o mundo físico, e este é o propósito do INSTRUMENTO QUE SÃO OS 72 NOMES.

O Zohar explica ainda que, apesar do que possamos acreditar, nosso ego não constitui realmente quem somos. Mais apropriadamente, os cabalistas descrevem o ego como uma vestimenta, uma cortina que esconde a Luz do nosso eu verdadeiro. Nosso propósito neste mundo é remover a vestimenta que oculta nossa verdadeira essência e potencial.

Bom, Partindo da idéia que em hebraico o plural das palavras no masculino terminam em “im”, o nome utilizado para D´us, Elo-him, não representaria uma conjunção de divindades?

A resposta vai até o âmago da raiz da palavra Elo-him. As palavras hebraicas derivam de uma fonte básica de três letras, ou às vezes de uma palavra menor de duas letras. A raiz de três letras de Elo-him é “Ele”, que significa “estes.” Olhando o mundo à sua volta, a mente pagã impressionou-se com uma multiplicidade de objetos – montanhas, mares, árvores, grama, flores, nuvens, estrelas e planetas. Cada um deve ter seu poder. Para cada um deve haver uma força Suprema e Máxima, um “deus das montanhas, dos mares,” etc.

A raiz mais curta de duas letras de “Ele” é “El”, que na verdade significa “força” ou “poder.” Estes poderes sugerem a existência de muitos deuses. A diversidade cria a idolatria.

Mas onde o pagão foi induzido ao erro pela multiplicidade, o judeu encontrou a confirmação do monoteísmo na própria diversidade de Sua obra.

O nome Elo-him, explicam nossos Sábios, representa a manifestação Divina através da natureza. Todas as forças e energias no universo, todo o poder e força que o homem pudesse ter, emanam do Único Criador do universo.

É por este motivo que o nome de D’us, Elo-him, aparece mais freqüentemente que qualquer outro nome de D’us no decorrer dos dois primeiros capítulos do Gênesis. Nestes dois capítulos, o Todo Poderoso está criando todos os poderes e forças que enchem o universo. Não há nenhum deus sol para ser venerado. Na verdade, o D’us que criou o sol no quarto dia criou os peixes no quinto.

Talvez a mais notável contribuição intelectual do século vinte tenha sido a compreensão de Einstein sobre a unidade entre matéria e energia. Dois aspectos aparentemente diferentes da existência eram, na verdade, um. Diz-se de Einstein que passou os últimos anos de vida tentando encontrar um único poder unificador para o universo inteiro, um fato do qual ele estava convicto. Nós, judeus, acreditamos ter encontrado esta Unidade Suprema: D’us é a Unicidade do mundo, o poder (El) por trás de tudo. Seu Nome é plural para transmitir Sua existência dentro de tudo. As primeiras palavras da Torá é aquilo que Einstein estava tentando encontrar.

As palavras de abertura do Gênesis dizem: “Bereshit bará Elo-him”, “No princípio D’us criou”, Elo-him pode aparecer por meio dos múltiplos aspectos de Sua criação para representar muitos, mas “bará” (criou) é singular. Unidade na diversidade. Este é o segredo do universo.

A medida que se conhece o judaismo, se compreende as asneiras que os ocultistas “grandiosos” do passado (como Levy) disseram,e tudo desmorona.

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Pergunte-se ” O que tem de judaico nisso?”

 

 
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