20 ótimos filmes filosóficos.

Se você já fez alguma lista dessas, seja de filmes, músicas ou livros, você sabe que é sempre um desafio. Dessa vez não foi diferente, com certeza muitos nomes ficaram de fora. Neste post do Facebook perguntei aos nossos seguidores e eles deixaram suas sugestões, eu fiz uma mistura de filmes que eu escolhi com os que mais foram comentados e eis aqui o resultado.

Espero que vocês curtam e claro, deixem nos comentários aqueles filmes que deveriam ter entrado na lista de acordo com a sua opinião, vamos discutir um pouco sobre filmes filosóficos que são sempre muito bem elaborados e necessitam de um roteiro impecável além de uma história fantástica.

Rope (1948, Alfred Hitchcock)

filmes_filosoficos_0018_ropeNa cidade de Nova York, Brandon e Phillip assassinam seu amigo David, por considerarem-se superiormente intelectuais em relação a ele. Com toda a frieza e arrogância, resolvem provar para eles mesmos sua habilidade e esperteza: esconderão o cadáver em um grande baú, que servirá como mesa e estará exposto no meio da sala de estar do apartamento deles, durante uma festa que realizarão logo em seguida. Baseado em uma história real.

Vontade Indômita (1949, King Vidor)

filmes_filosoficos_0017_2Howard Roark é um arquiteto independente, que dá mais importância aos seus ideais do que aos seus compromissos. Ele apaixona-se pela rica Dominique Francon, mas termina a relação quando tem a oportunidade de construir edifícios de acordo com seus próprios desejos.

O Sétimo Selo (1957, Ingmar Bergman)

filmes_filosoficos_0016_Layer 1Antonius Block retorna das cruzadas e encontra sua vila destruída pela peste negra. Depois disso passa a refletir sobre o sentido da vida, mas a Morte (Bengt Ekerot) aparece para levá-lo. Porém, Block se recusa a morrer sem ter entendido o sentido da vida e propõe um jogo de Xadrez, onde se ele ganhar continua a viver. Apesar de perder o jogo, a Morte continua a perseguí-lo enquanto viaja pela Suécia medieval.

>> Leia a nossa resenha.

La Dolce Vita (1960, Federico Fellini)

filmes_filosoficos_0014_Layer 3Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) é um repórter de um jornal sensacionalista que passa a questionar sua vida quando conhece uma linda atriz de Hollywood. Oscar de Melhor Figurino em Preto e Branco e a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Persona (1966, Ingmar Bergman)

filmes_filosoficos_0015_Layer 2Alma, uma enfermeira, deve cuidar de Elisabeth Vogler, uma atriz que está com a saúde muito boa, mas se recusa a falar de qualquer jeito. Com a convivência, Alma fala a Elisabeth o tempo todo, inclusive sobre alguns de seus segredos, nunca recebendo resposta. Logo Alma percebe que sua personalidade está sendo submergida na pessoa de Elisabeth.

>> Leia a nossa resenha.

A Paixão de Anna (1969, Ingmar Bergman)

filmes_filosoficos_0013_Layer 4Andreas, um homem que sofre pelo fim de um recente casamento e por seu isolamento emocional, fica amigo de um casal que também passa por um momento delicado. É então que ele conhece Anna, que está superando uma tragédia que ocorreu com sua família. Andreas e Anna iniciam um relacionamento, porém para ambos é difícil esquecer o que aconteceu anteriormente em suas vidas. Enquanto isso, a comunidade em que vivem está aterrorizada por vários animais que estão sendo encontrados brutalmente assassinados.

Laranja Mecânica (1971, Stanley Kubrick)

filmes_filosoficos_0012_Layer 5O anti-herói do filme é Alex DeLarge, um jovem líder de uma gangue de delinqüentes, amantes de leite drogado e música clássica. Tem por diversão bater, estuprar, matar… Enfim, cometer qualquer brutalidade que tenha vontade, não se importando com as leis ou o senso humanitário. Quando finalmente é pego pela polícia, sofre um tratamento duro de reabilitação. Quando Alex volta às ruas, totalmente regenerado, passa a sofrer com aqueles que antes eram as vítimas.

>> Leia a nossa resenha.

Solaris (1972, Andrei Tarkovsky)

filmes_filosoficos_0011_Layer 6Solaris é um planeta distante, que vem sendo constantemente estudado há décadas, e cujo mistério sobre seu oceano ainda não foi esclarecido, nem seus efeitos. Por falta de interesse e resultados, a solarística está morrendo; aliado a isto, os membros na estação espacial que orbita o planeta estão sendo afetados pelo oceano. Por conta disto, o psicólogo Kelvin – conhecido de um dos doutores da solarística e amigo de um dos tripulantes – é mandado para a estação para averiguar a situação. Lá, ele percebe aos poucos que Solaris é, mais que um planeta, um espelho da alma.

A Última Noite de Bóris Grushenko (1975, Woody Allen)

filmes_filosoficos_0010_Layer 7Quando Napoleão Bonaparte ameaça invadir o Império Russo, o covarde Boris Grushenko (Woody Allen) é forçado a se alistar e lutar pelo seu país. Mesmo capturando um grupo inimigo, Boris vê as tropas napoleônicas chegar a Moscou. É a justificativa que sua esposa Sonia (Diane Keaton) encontra para arquitetar um plano para matar o marechal francês.

Stalker (1979, Andrei Tarkovsky)

filmes_filosoficos_0009_Layer 8Após a suposta queda de meteoritos numa região do planeta, essa região adquire propriedades estranhas e é chamada de Zona. Dentro da Zona, diz a lenda ter o Quarto, que seria um lugar onde todos os seus desejos são realizados. Temendo que a população invada a Zona à procura do Quarto, o exército a isola, mas eles próprios não têm coragem de entrar nela. Apenas alguns poucos, chamados Stalkers, têm habilidade suficiente para entrar e sobreviver lá dentro. Um dia, um escritor famoso e um físico contratam um Stalker para os guiarem ao Quarto, sem exatamente saber o que procuram.

Blade Runner (1982, Ridley Scott)

filmes_filosoficos_0008_Layer 9Deckard (Harrison Ford) é um Blade Runner, um policial que caça e extermina replicantes, humanos criados artificialmente. Seu desejo é sair da corporação, mas tem que adiar sua decisão quando passa a procurar quatro novos da raça, que Deckard deve procurar em um ambiente sujo e hostil. A dúvida é: quem é realmente humano e quem pode ser replicante num lugar como este?

A Sociedade dos Poetas Mortos (1989, Peter Weir)

filmes_filosoficos_0007_Layer 10Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno se torna o novo professor de literatura. Porém, ele propõe métodos de ensino que incentivam seus alunos a pensarem por si mesmos e apresenta aos alunos a Sociedade dos Poetas Mortos. Isto acaba criando um conflito entre os diretores que ainda pregam o método antigo e conservador.

Barton Fink – Delírios de Hollywood (1991, Irmãos Coen)

filmes_filosoficos_0006_Layer 11Barton Fink é um tímido dramaturgo de extremo sucesso na Broadway que, devido ao reconhecimento adquirido por seu último trabalho, é chamado por um grande estúdio de Hollywood para escrever o roteiro de um filme sobre luta livre. Ao chegar em Los Angeles, se hospeda em um hotel barato e decadente para ter privacidade para escrever, mas acaba sendo vítima de um terrível bloqueio de escritor, não conseguindo avançar no projeto. É aí que Barton conhece Charlie Meadows, residente do quarto ao lado, um vendedor de seguros bastante simplório e amigável, que tenta ajudá-lo a recuperar a criatividade. Só que acontecimentos bastante curiosos farão com que sua vida se torne um verdadeiro inferno.

O Show de Truman (1998, Peter Weir)

filmes_filosoficos_0005_Layer 12Truman Burbank é uma pessoa normal como todas as outras. Porém, faz parte de um reality show, ou seja, desde que nasceu vive em uma cidade completamente projetada para ele, onde seus movimentos são monitorados 24 horas por dia e trasmitidos para todo o mundo.

>> Leia a nossa resenha.

Matrix (1999, The Wachowskis)

filmes_filosoficos_0004_Layer 13Ficção Científica de ação que reinventou vários conceitos no gênero no final dos anos 90. Fala sobre o domínio das máquinas sobre os homens. Um grupo liderado por Morpheus está atrás do “One” – o escolhido – que, diz a profecia, libertará a raça humana dessas máquinas.

Memento (2000, Christopher Nolan)

filmes_filosoficos_0003_Layer 14Rapaz que teve mulher brutalmente assassinada parte em busca de seu criminoso. Só que ele tem um problema: após o ocorrido, ele não consegue se lembrar por muito tempo de situações recentes, o que o deixa a mercê de anotações e na confiança das pessoas. Primeiro trabalho de grande expressão de Christopher Nolan, contado de uma forma bastante interessante, de trás para a frente, utilizando na construção do filme o modo como o personagem pensa.

Waking Life (2001, Richard Linklater)

filmes_filosoficos_0002_Layer 15“Estamos feito sonâmbulos quando estamos acordados ou será que estamos conscientes enquanto sonhamos?” Junte-se à Wiley Wiggins para descobrir as respostas para as mais importantes dúvidas da vida, em um mundo que pode ou não ser verdadeiro.

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004, Michel Gondry)

filmes_filosoficos_0001_Layer 16Jim Carrey interpreta Joel, um homem magoado por sua namorada tê-lo deletado (literalmente) de sua memória. Inconformado, resolve retribuir na mesma moeda e procura o Doutor Howard Mierzwiak para passar pela mesma experiência. No decorrer da operação, Joel percebe que, na verdade, ele não quer excluir Clementine de sua vida, e sim manter bem viva em sua memória os momentos em que estiveram felizes. A partir de então, ele enfrenta uma incrível luta dentro de sua própria cabeça para que essas memórias continuem vivas dentro de si, em mais uma loucura sensível de Charlie Kaufman.

>> Leia a nossa resenha.

Fonte da Vida (2006, Darren Aronofsky)

filmes_filosoficos_fonte da vidaDo aclamado diretor Darren Aronofsky, ‘Fonte da vida’ é uma odisséia sobre amor, morte e espiritualidade, contada por meio de duas histórias paralelas em que sobressai a luta de um homem para salvar seu grande amor. Na Espanha do século 16, o navegador Tomas Creo parte para o Novo Mundo em busca da lendária Árvore da vida. Nos tempos atuais, a mulher do pesquisador Tommy Creo está morrendo de cancêr, mas ele busca desesperadamente a cura que pode salvá-la. Uma terceira história une as duas primeiras: No século 26, o astronauta Tom finalmente consegue a resposta para as questões fundamentais da existência.

Donnie Darko (2001, Richard Kelly)

filmes_filosoficos_0000_Layer 17Donnie Darko é o típico adolescente perturbado de classe média. Após escapar por pouco da morte por ter ouvido um coelho do tamanho de um homem adulto, Donnie é convencido por este mesmo coelho, de aparência perturbadora, a criar o caos. O filme é um quebra-cabeça temporal, e pode ser interpretado sob diferentes formas.

para mais acesse:http://www.cantodosclassicos.com/

~ por Rosemaat Abiff em 17/09/2015.

2 Respostas to “20 ótimos filmes filosóficos.”

  1. Opa!

    Uma sugestão de filme: “El Ángel Exterminador” (Luís Buñel).

    Abraços!!!

    Curtir

  2. Olá!

    Outro filme excelente: “O Rito” (Ingmar Bergman)

    Abraço!

    Curtido por 1 pessoa

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