Jesus, o principal culpado pelo holocausto.

é imprescindível o fenômeno que foi o cristianismo sobre a face da terra, se antes do Cristianismo o império Romano era uma amalgama de fé, contendo diversos Deuses e divindades, com a cristianização do império Romano o mundo conheceu e roubou para si o Deus judaico.

Não que outros povos não tenham o conhecido, visto que egípcios e babilônios escravizaram o povo hebreu, mas foi exatamente o império Romano aliado ao cristianismo que criou o fetiche existencial sobre os judeus, e os cristãos colocando Jesus como Deus selaram o destino do povo, o deicídio, o costume ultrapassado, o “velho” testamento, gasto atrasado e sem condições de existir frente ao “novo” essa substituição macabra que custou a vida de crianças, mulheres, idosos e homens em diversas eras da humanidade.

Quase dois mil anos se passaram desde a morte de Jesus e o povo judeu continua a ser perseguido, porque simplesmente na cabeça dos cristãos Jesus é algo divino, e para outros é Deus, logo os judeus representando para os cristãos que tentam evangelizar as pessoas, o desafio mais difícil, seria a caça mais honrosa para o caçador, e eles o fazem perseguindo, incomodando, tentando assimilar a todo o custo, causando ao longo dos tempos o assassinato de milhões de pessoas.

Mas precisamos conversas sobre as cagadas do Nazareno.

Jesus era um judeu pobre e Fariseu que cresceu numa região provinciana chamada Nazaré, todas as suas atitudes foram extremamente politicas em um período onde o povo Judeu estava cansado do domínio Romano, muitos outros se auto proclamaram o messias, todos falharam,  Jesus tentava fazer o que era solido como abstrato, o que não colou, ao se colocar como intermediário entre D”us e os homens(chantageando curas ao custo de submissão e crença)esse selou seu destino, a morte, pela lei que ele seguia, ele sabia das consequências de seus atos e morreu, após sua morte os outros lobos ladrões que eram de sua matilha inventaram que ele tinha ressuscitado que ele tinha subido aos céus, e os analfabetos e pobres de israel acreditaram, pronto estava feito o carreto, um homem virou mito-lenda e história, e estas pragas saíram mundo a fora a proclamar suas mentiras.

“Jesus não é muito diferente desses médiuns que se dizem incorporados pelo Dr.Fritz.”

Desde então quando os Romanos obrigaram os judeus a se dispersarem pelo mundo os cristãos tem se aproveitado da situação para importunar os judeus, pelo fato deles não terem um estado fixo sempre sendo estrangeiros em terras estranhas.

Ai depois surgiu o profeta maomé e o profeta Joseph Smith que criaram novos livros da lei e como os cristãos se proclamaram a nova aliança de Deus que substituiria a do cristianismo, com o advento do islamismo o cristianismo provou do próprio veneno, é muito fácil aparecer um rufião se dizendo profeta de D”us e invalidando o livro da lei dos outros, dizendo que o livro da lei dos outros foi corrompido, e quem está na base dessa pirâmide religiosa terrível e opressora, os judeus, que sofreram pogrons na idade média e moderna, onde adentravam as vilas judaicas, estupravam as mulheres, matavam as crianças, roubavam, e é preciso lembrar, o pogrom é o bisavó do holocausto, foi o deicídio que serviu como base espiritual para que os cristãos cruzassem os braços e deixassem a barbárie germânica ocorrer

Pergunta:
Por que os judeus não acreditam em Jesus?

Resposta:
Por séculos os judeus foram perseguidos por sua fé e prática religiosa. Muitos tentaram impor suas ideias e aniquilar o judaísmo. Nem as cruzadas, nem a inquisição implacável, nem os pogroms conseguiram manipular nossas almas cumprindo seu intento.

O judaísmo mantém sua chama sempre viva.

A história comprova: os judeus continuam rejeitando o Cristianismo. Por quê?

Porque somos simplesmente judeus, nascemos e vivemos o judaísmo e temos nossas próprias convicções.

Mas quando judeus são seguidamente questionados sobre esta questão e não-judeus frequentemente perguntam: “Por que os judeus não acreditam em Jesus?” Preparamos alguns argumentos com o objetivo, não de depreciar outras religiões, pois respeitamos a todos e por esta razão não fazemos proselitismo, mas sim apenas para esclarecer a posição judaica.

Por que os judeus não acreditam em Jesus? Porque:

1. JESUS NÃO PREENCHEU AS PROFECIAS MESSIÂNICAS

O que o Messias deveria atingir? A Torá diz que ele:

a – Construirá o terceiro Templo Sagrado (Yechezkel 37:26-28)
b – Levará todos os judeus de volta à Terra de Israel (Yeshayáhu 43:5-6).
c – Introduzirá uma era de paz mundial, e terminará com o ódio, opressão, sofrimento e doenças. Como está escrito: “Nação não erguerá a espada contra nação, nem o homem aprenderá a guerra.” (Yeshayáhu 2:4).
d – Divulgará o conhecimento universal sobre o D’us de Israel – unificando toda a raça humana como uma só. Como está escrito: “D’us reinará sobre todo o mundo – naquele dia, D’us será Um e seu nome será Um” (Zecharyá 14:9).

O fato histórico é que Jesus não preencheu nenhuma destas profecias messiânicas.

2. CRISTIANISMO CONTRADIZ A TEOLOGIA JUDAICA

a – D’us em três?

A ideia cristã da trindade quebra D’us em três seres separados: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (mateus 28:19).

Compare isto com o Shemá, a base da crença judaica: “Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D’us, o Senhor é UM” (Devarim 6:4). Os judeus declaram a unicidade de D’us todos os dias, escrevendo-a sobre os batentes das portas (Mezuzá), e atando-a à mão e cabeça (Tefilin). Esta declaração da unicidade de D’us são as primeiras palavras que uma criança judia aprende a falar, e as últimas palavras pronunciadas antes de morrer.

Na Lei Judaica, adorar um deus em três partes é considerado idolatria – um dos três pecados cardeais, que o judeu prefere desistir da vida a transgredir. Isto explica porque durante as Inquisições e através da História, os judeus desistiram da vida para não se converterem.

b – Um homem como deus?

Os cristãos acreditam que D’us veio à terra em forma humana, como disse Jesus: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Maimônides devota a maior parte do “Guia para os perplexos” a ideia fundamental que D’us é incorpóreo, significando que Ele não assume forma física. D’us é eterno, acima do tempo. É infinito, além do espaço. Não pode nascer, e não pode morrer. Dizer que D’us assume forma humana torna D’us pequeno, diminuindo tanto Sua Unidade como Sua Divindade. Como diz a Torá: “D’us não é um mortal” (Bamidbar 23:19).

O Judaísmo diz que Messias nascerá de pais humanos, com atributos físicos normais, como qualquer outra pessoa. Não será um semi-deus, e não possuirá qualidades sobrenaturais. De fato, em cada geração vive um indivíduo com a capacidade de tornar-se o Messias. (veja Maimônides – Leis dos Reis 11:3).

c – Um intermediário para a oração?

É uma ideia básica na crença cristã que a prece deve ser dirigida através de um intermediário – i.e., confessando-se os pecados a um padre. O próprio Jesus é um intermediário, pois disse: “Nenhum homem chega ao Pai a não ser através de mim.”

No Judaísmo, a prece é assunto totalmente particular, entre cada pessoa e D’us. A Torá diz: “D’us está perto de todos que clamam por Ele” (Tehilim 145:18). Além disso, os Dez Mandamentos declaram: “Não terá outros deuses DIANTE DE MIM,” significando que é proibido colocar um mediador entre D’us e o homem. (veja Maimônides – Leis da Idolatria cap. 1).

d – Envolvimento no mundo físico

O Cristianismo freqüentemente trata o mundo físico como um mal a ser evitado. Maria, a mais sagrada mulher cristã, é retratada como uma virgem. Padres e freiras são celibatários. E os mosteiros estão em locais remotos e segregados.

Em contraste, o Judaísmo acredita que D’us criou o mundo físico não para nos frustrar, mas para nosso prazer. A espiritualidade judaica vem através do envolvimento no mundo físico de maneira tal que ascenda e eleve. O sexo no contexto apropriado é um dos atos mais sagrados que podemos realizar.

O Talmud diz que se uma pessoa tem a oportunidade de saborear uma nova fruta e recusa-se a fazê-lo, terá de prestar contas por isso no Mundo Vindouro. As escolas rabínicas ensinam como viver entre o alvoroço da atividade comercial. Os judeus não se afastam da vida, elevam-na.

3. JESUS NÃO PERSONIFICA AS QUALIFICAÇÕES PESSOAIS DO MESSIAS

a – Messias como profeta

Jesus não foi um profeta. A profecia apenas pode existir em Israel quando a terra for habitada por uma maioridade de judeus. Durante o tempo de Ezra (cerca de 300 AEC), a maioria dos judeus recusou-se a mudar da Babilônia para Israel, e assim a profecia terminou com a morte dos três últimos profetas – Chagai, Zecharyá e Malachi.

Jesus apareceu em cena aproximadamente 350 anos após a profecia ter terminado.

b – Descendente de David

O Messias deve ser descendente do Rei David pelo lado paterno (veja Bereshit 49:10 e Yeshayáhu 11:1). Segundo a reivindicação cristã que Jesus era filho de uma virgem, não tinha pai – e dessa maneira não poderia ter cumprido o requerimento messiânico de ser descendente do Rei David pelo lado paterno!

c – Observância da Torá

O Messias levará o povo judeu à completa observância da Torá. A Torá declara que todas as mitsvot permanecem para sempre, e quem quer que altere a Torá é imediatamente identificado como um falso profeta. (Devarim 13:1-4).

No decorrer de todo o Novo Testamento, Jesus contradiz a Torá e declara que seus mandamentos não se aplicam mais. (veja João 1:45 e 9:16, Atos 3:22 e 7:37).

4. VERSÍCULOS BÍBLICOS “REFERINDO-SE” A JESUS SÃO TRADUÇÕES INCORRETAS

Os versículos bíblicos apenas podem ser entendidos estudando-se o texto original em hebraico – que revela muitas discrepâncias na tradução cristã.

a – Nascimento virgem

A ideia cristã de um nascimento virgem é extraído de um versículo em Yeshayáhu descrevendo uma “alma” que dá à luz. A palavra “alma” sempre significou uma mulher jovem, mas os teólogos cristãos séculos mais tarde traduziram-na como “virgem”. Isto relaciona o nascimento de Jesus com a ideia pagã do primeiro século, de mortais sendo impregnados por deuses.

b – Crucificação

O versículo em Tehilim 22:17 afirma: “Como um leão, eles estão em minhas mãos e pés.” A palavra hebraica ka’ari (como um leão) é gramaticalmente semelhante à palavra “ferir muito”. Dessa maneira o Cristianismo lê o versículo como uma referência à crucificação: “Eles furaram minhas mãos e pés.”

c – Servo sofredor

Os cristãos afirmam que Yeshayáhu (Isaías) 53 refere-se a Jesus. Na verdade, Yeshayáhu 53 segue diretamente o tema do capítulo 52, descrevendo o exílio e a redenção do povo judeu. As profecias são escritas na forma singular porque os judeus (Israel) são considerados como sendo uma unidade. A Torá está repleta de exemplos de referências à nação judaica com um pronome singular.

Ironicamente, as profecias de perseguição de Yeshayáhu referem-se em parte ao século 11, quando os judeus foram torturados e mortos pelas Cruzadas, que agiram em nome de Jesus.

De onde provêm estas traduções erradas? S. Gregório, Bispo de Nanianzus no século IV, escreveu: “Um certo jargão é necessário para se impor ao povo. Quantos menos compreenderem, mais admirarão.”

5. A CRENÇA JUDAICA É BASEADA NA REVELAÇÃO NACIONAL

Das 15.000 religiões na História Humana, apenas o Judaísmo baseia sua crença na revelação nacional – i.e., D’us falando a toda a nação. Se D’us está para iniciar uma religião, faz sentido que Ele falará a todos, não apenas a uma pessoa.

O Judaísmo,é a única entre todas as grandes religiões do mundo que não confia em “reivindicações de milagres” como base para estabelecer uma religião. De fato, a Torá afirma que D’us às vezes concede o poder de “milagres” a charlatães, para testar a lealdade judaica à Torá (Devarim 13:4).

Maimônides declara (Fundações da Torá, cap. 8):

“Os Judeus não creram em Moshê (Moisés), nosso mestre, por causa dos milagres que realizou. Sempre que a crença de alguém baseia-se na contemplação de milagres, tem dúvidas remanescentes, porque é possível que os milagres tenham sido realizados através de mágica ou feitiçaria. Todos os milagres realizados por Moshê no deserto aconteceram porque eram necessários, e não como prova de sua profecia.

“Qual era então a base da crença judaica? A revelação no Monte Sinai, que vimos com nossos próprios olhos e ouvimos com nossos ouvidos, não dependendo do testemunho de outros… como está escrito: ‘Face a face, D’us falou com vocês…’ A Torá também declara: ‘D’us não fez esta aliança com nossos pais, mas conosco – que hoje estamos todos aqui, vivos.’ (Devarim 5:3).”

O Judaísmo não são os milagres. É o testemunho da experiência pessoal de todo homem, mulher e criança.

6. JUDEUS E GENTIOS

O Judaísmo não exige que todos se convertam à religião. A Torá de Moshê é uma verdade para toda a Humanidade, seja judia ou não. O Rei Salomão pediu a D’us para considerar as preces de não-judeus que vão ao Templo Sagrado (Reis I, 8:41-43). O profeta Yeshayáhu refere-se ao Templo Sagrado como uma “Casa para todas as nações.” O serviço no Templo durante Sucot realizava 70 oferendas de touros, correspondendo às 70 nações do mundo. De fato, o Talmud diz que se os Romanos tivessem percebido quantos benefícios estavam conseguindo do Templo, jamais o teriam destruído.

Os judeus nunca buscaram ativamente converter as pessoas ao Judaísmo, porque a Torá prescreve um caminho correto para que os gentios o sigam, conhecido como “As Sete Leis de Nôach.” Maimônides explica que qualquer ser humano que observe fielmente estas leis morais básicas recebe um lugar apropriado no céu.

7. TRAZENDO O MESSIAS

De fato, o mundo está desesperadamente necessitado da Redenção Messiânica. A guerra e a poluição ameaçam nosso planeta; o ego e a confusão estão erodindo a vida familiar. Na mesma extensão em que estamos conscientes dos problemas da sociedade, é a extensão em que ansiamos pela Redenção. Como declara o Talmud, uma das primeiras perguntas que um judeu recebe no Dia do Julgamento é: “Você ansiou pela vinda do Messias?”

Como podemos apressar a vinda de Mashiach? A melhor maneira é amar generosamente toda a humanidade, cumprir as mitsvot da Torá (da melhor maneira que pudermos) e encorajar outros para que as cumpram também.

O Mashiach pode chegar a qualquer momento e tudo depende de nossas ações. D’us estará pronto quando estivermos. Pois, como disse o Rei David: “A Redenção chegará hoje – se derem atenção à Sua voz.”

O cristão ao ser incapaz de dobrar a lógica racional judaica, se vingou através da violência, uma violência infantil e mimada de quem adora um homem como Deus e sua mãe como Deusa(católicos)

Jesus não é nem um homem iluminado, ele já deve ter reencarnado como cachorro, cavalo ou outro animal para pagar, pois deve resgate cármico a cada alma judaica que morreu por simplesmente não crer nele.

Brit Chadasha é o meu pau de oculos.

~ por Rosemaat Abiff em 19/12/2015.

Uma resposta to “Jesus, o principal culpado pelo holocausto.”

  1. D. Maverick, Compreendo a sua indignicao frente a o que entede como deicidio, o qual foi utilizado com `ponto de partida` para perseguicoes que ja perduram mais de 2000 anos. Sou cristao, e nao percebo como deicidio. Agora, quando o cristianismo torna-se motivo para invalidar ou publicamento criticar o uso de apenas os cinco primeiros livros da Biblia, ou a fe e a religiao judaica, entendo como deicidio SIM. Neste ponto ate pareco contraditorio em meu argumento, mas ele se baseia no medo em relacao a atitudes intolerantes ou fanaticas. Neste caso, mesmo `abracando literalmente` o novo testamento admiro a tradicao judaica, assim como defendo totalmente que essa religiao continue sendo fonte de luz espiritual e baliza moral para um mundo em total decadencia. No entanto, eu nao escreveria a expressao: `meu pau de oculos` pois seria ofensivo para algumas pessoas. Estas as quais poderiam ler o texto e posteriormente assumir uma postura visceral ou venal, no caso de perceberem como um `ataque ao cristianismo`. Pessoalmente nao vejo desta maneira, visto que voce realizou uma retrospectiva Historica apenas…,mas, sabe como as coisas sao. Sem mais, desculpa a falta de acentuacao na minha escrita, considerando que o meu teclado esta `dando trabalho`. ATT.

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