Apropriações indébitas

imagine o cenário, período medieval, tarde da noite, uma cidade com um gueto judaico, na casa do Rabino todos se preparam para a janta inicial de shabat, é sexta a noite, entrada do sétimo dia.

Batem a sua porta desesperadamente, um homem servo de um dos nobres da cidade, diz que seu senhor está moribundo e em seu leito de morte, suplica o vinho consagrado do rabino que dizem ter propriedades magicas, o rabino se espanta, diz que seu vinho não tem tais propriedades, que só Deus pode curar as pessoas, entretanto dá o vinho, a fim de que seu povo não seja agredido pelas sandices cristãs.

Seria comico se não fosse trágico, A péssima capacidade de comunicação do ser humano, a falta de empatia e de respeito, fizeram com que os elementos pertencentes a outras culturas fossem dados como coisas misticas, magicas ou de origem nefasta, em todas as culturas quem entrega a magia aos homens é o demônio ou algum ser inferior, logo ao dar características de magia a religião dos outros, demonizamos a religião alheia.

-A faca fina de dois gumes usada na circuncisão virou um punhal de defesa

-o calice do vinho cerimonial judaico, virou um objeto do altar magico

-A baqueta usada para ler o rolo com o pentateuco virou uma varinha com poderes magicos

-a estrela de seis pontas, mero simbolo, virou um selo mágico de proteção

Antes essa situação tivesse se mantido apenas no tempo medieval, mas nunca ouve remedio para tal, a biblia cristã contêm toda a biblia judaica deturpada, logo palvras em hebraicos, letras em hebraicos, passagens biblicas ganharam força em amuletos magicos pagãos, uma baderna, um pandemonio, uma sala de frutas

A cabala foi totalmente deturpada, misturada a gematria, e a o hermetismo se tornou na mão dos não judeus objeto de forte hermeneutica, com significados sombrios e pouco inteligiveis, a otz chim(arvore da vida) um elemento substancialmente formados de templos e de imagens, a situação é tão grave, que hoje os não-judeus entendem a cabala como algo separado do judaismo, o judaismo mais uma vez foi saqueado roubado em seu maior valor, sua cultura e religião, a tanto fetichismo sobre o judaismo, que a maioria dos graus maçônicos fala sobre o antigo testamento são poucos os rituais filosoficos da maçonaria calcados no cristianismo ouso dizer que 90% dos graus maçônicos são ligados ao judaísmo, relegando-se o kadosh e o cavaleiro rosacruz ao cristianismo.

no esoterismo ocidental é assim, tudo que tem letra em hebraico no meio, seja artefato, imagens livros, é mais convincente de ter uma origem autentica, pois o cristianismo tem origem no judaismo, a validade de jesus se dá no fato de ele ser judeu, se não o fosse não teria validade.

e essa panicéia desvairada se segue… co-relações expurias com a religião dos outros, a mesma co-relação não ocorre com os muçulmanos pois como maomé surge centenas de anos depois de jesus, e as sociedades secretas e grupos de magia já existiam ele mesmo aferiu em seu corão proteções para que sua religião não fosse contaminada, ainda sim os sufis acabaram acontecendo.

O homem ocidental viu no sinédrio uma sociedade secreta e obscura, firmando a ideia de que o sinedrio seria uma proto-maçonaria, como se ouvessem segredos entre os sacerdotes e o povo, dando a ideia de que o véu do templo é o véu do mistério quando não há segredos entre o povo judeu e seus sacerdotes.

Tudo fruto da mente cristã, na cabeça cristã seja ela esoterica ou não, os sacerdotes sabiam que jesus era o messias autentico e o mataram porque não gostaram e suas ideias, os cristãos afirmaram que no dia que jesus morreu houveram terremotos e o ceu escureceu, entretanto nenhum historiador ou bibliografo hebraico escreveu isso, tudo fruto de uma grande intriga pra acobertar a historia de jesus sobre a terra.

A capacidade dos judeus de sobreviverem a tantos expurgos na idade media e adiante, fez com que os homens vissem nos judeus uma capacidade sobrenatural, os colocando como seres magicos, se pelo bem deram a cabala as sociedades iniciaticas, se pelo mal controlam o mundo, um devaneio louco de mentes buscando razões fantasiosas para as coisas do mundo.

a propria palavra ABRACADABRA vem do hebraico. Não vamos negar a existencia de textos judaicos expurios, mas estes não representam o judaismo de forma alguma.

A vontade de aprender cabala, des-associado de um rabino, pode acabar levando a pessoa a estudar coisas totalmente infundadas ou com interpretação totalmente equivocada.

“a propria maçonaria portuguesa-brasileira se veste de alvinegro uma clara alusão aos ortodoxos que estão enlutados pelo templo”

Há uma busca pelos poderes magicos de jesus, curar,multiplicar,ressucitar,expulsar o mal, ter poder, e acabam buscando no judaismo na fonte mistica do judaismo para fundamentar esse poder, que talvez nem tenha de fato ocorrido, seja tudo uma grande lenda.

Então lá está o rabino, no umbral da sua porta da frente olhando aquele homem, recebendo sua garrafa de vinho como se fosse um tipo de nectar magico, jesus ao levar o judaismo ao sobrenatural levou todo o seu povo junto em uma viagem de muita dor, preconceito e sofrimento.

Creio que é fundamental entender a magia além do objeto ou de uma origem errada,  a própria magia do chaos não se importa com a origem da susbtancia magica, porque se a origem for falsa tudo é falso, é preciso ver a coisa sem precisar buscar um embasamento racional, é magia ora! A vontade é seu combustivel, se não fosse isso uma benzedeira ignorante não faria tantos milagres.

olhem par a rosacruz hermetica, sejamos criticos, o novo testamento foi todo escrito em grego, que caralhas teria a ver uma rosa com petalas em hebraico, dar mais legitimidade para a ferramenta magica, porque quanto mais pessoas acreditam nela mais a egregora a volta do elemento, da ferramenta magica fica forte, e ai acontece o que acontece com o pelicano da alquimia a retro-alimentação.

por isso a estética produz sim, forte diferenciação entre uma ferramenta magica e a outra, muito embora não seja o elemento mais importante.

 

 

~ por Rosemaat Abiff em 15/04/2016.

30 Respostas to “Apropriações indébitas”

  1. Interessante o texto. Na realidade nos temos cabala(s) visto que o sistema cabalístico apresentado em ordens e sistemas mágicos é algo totalmente estranho a um cabalista judeu ortodoxo. O Arranjo de Nápoles, a disposição da “visual/gráfica” da Árvore da Vida é de origem medieval ou no máximo renascentista. Outra questão importante: A existência de uma cabala cristã. Ainda que muitos não entendam esta como um uma referência literal a Cristo, mas como uma alusão cabalística ao acréscimo da letra “Shin” ao tetragrama, continua sendo algo alheio à ortodoxia religiosa judaica. Algumas vezes me pergunto se essa pluralidade já não seria uma forma de magia ou ritualística “caótica”. Não propriamente o Chaos de Austin Osman Spare, mas formas plurais de manifestação do estudo da cabala, ou até mesmo entendimentos muito peculiares e restritos sobre o tema. Estes que se dispostos em um panorama geral para comparação podem ser considerados divergentes ou totalmente dissonantes.

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  2. Olá! Eu não diria falsificações através de uma intenção deliberada de deturpar. De outra forma, penso em modificações (enormes) que surgiram de acordo com a crença ou a fé de determinado corrente de pensamento em relação ao ocultismo. No entanto não podemos negar a teologia da substituição e mesmo deicidio. Pensando exotericamente a divergência sobre haver ou não haver um messias, ou a tentativa de negá-lo está no cerne de uma disputa milenar (vide Israel). Seria ingenuidade dizer que isto não espingou ou ajudou a moldar as multiplas cabalas, assim como o Platonismo influenciou a própria ideia de “céu”.

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    • Na postagem anterior eu passei batido pela questão do deicídio à qual vale comentar. No meu entendimento (“na cabeça de apenas mais um vivente nesse mundo”) essa doutrina me parece uma punição rigorosa demais até mesmo se comparada às “leis humanas”. Partindo de um raciocínio básico: Seria justo todo árabe ou muçulmano ser culpado por atos de terrorismo? Claro que não, seria uma generalização injusta, mas mesmo assim a ideia do deicídio já fomentou o antissemitismo. E ainda, considerando o pressuposto de que os indivíduos que a defendem acreditam que ela resulta de um “decreto divino”, ou de um “decreto eclesiástico” que por autoridade teológico “ficou valendo” (o’que ligares na terra será ligado nos céus) , me assombra mais ainda. Minha opinião: respeito quem a defende mas não concordo com a doutrina.

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      • Jesus está para os judeus, assim como o zé do arigo está pra maioria dos evangelicos, assim como todo doutor fritz está, ele não é um mestre, mas apenas um grande charlatão ou mago negro, que causou dor e sofrimento ao povo judeu.

        Ainda hoje existem expedições cristãs para tentar converter os judeus, e se a cabala cristã nada mais é do que um itinerário dos próprios crentes para exercer a teologia da substituição inclusive no misticismo?

        -E se a rosacruz for uma invenção cristã para combater a maçonaria laica? e se o martinismo for uma resposta cristã a qabalah judaica?

        porque certos ritos maçônicos terminam no 18?(o moderno por exemplo) porque os graus superiores são cristãos e os judaicos os inferiores? teologia da substituição agindo no inconsciente do iniciado, no inconsciente daqueles que fabricaram o ritual, ou não?

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  3. É difícil dissociar uma atividade humana ou mesmo desconsiderar que a mesma não esteja permeada de uma ideologia ou ideologias (dominante(s) ), seja isto de forma consciente ou inconscientemente. Fazendo um paralelo, a Iniciação também é um nascimento no caminho de uma nova alfabetização e consequente assimilação de ideologias. Também, através da própria História sabemos que a ideologia dominante via de regra moldará a “subjetividade” posteriormente (seja em âmbito particular ou coletivo). Acredito que possa existir uma deliberada doutrina de substituição pré-existente. Citando o já referido Martinismo, é certo que esta corrente iniciática carrega um viés judaico-cristão, mas acho que a maioria dos seus membros não pensam “que só cristo salva”(de forma exotérica, como um católico ou evangélico). Assim como os muitos Rosacruzes, não questionam a forte influência luterana na Alemanha da época dos Manifestos (ou ainda, questionam as origens egípcias da ordem) Agora, no caso dos ritos da maçonaria, se não me engano willermoz influenciou muito o Rito Escocês Retificado. Não acredito que ele tenha agido de má fé, embora tenha trazido consigo uma carga ideológica cristã da corrente iniciática à qual participou e estava “pipocando” na França daquela época(Os Cohens). No entanto, se a introdução da Cabala na Maçonaria foi um ato deliberado para rivalizar com a maçonaria laica é difícil afirmar, mas pode-se inferir. No caso da inserção do pensamento judaico, a Lenda de Hiram está no antigo testamento, assim como o Templo de Salomão. O próprio Livro da Lei em princípio (e na maioria das vezes) é a bíblia cristã e não o pentateuco. A progressão de graus em direção ao cristianismo não seria uma progressão pelos livros da Bíblia? Outra questão sobre a ideia de teoria da substituição seria o exemplo dos Templários. A missão deles não seria recuperar Jerusalém e cristianizar os mouros? Substituir uma crença por outra, mesmo que de maneira forçada?

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    • Vale lembrar que os templários fizeram base de sua ordem onde ficava o templo judaico. No coração de Jerusalém.
      que inclusive ordens thelemicas como a OTO “ordem do templo do oriente” faz alusão a jerusalem
      que o oriente maçonico, faz alusão a jerusalem (uns dizem que faz alusão a leste do nilo) que diga-se de passagem ficava o mundo vindouro e para os judeus ficava a terra prometida.

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      • Sim. A alusão ao oriente simbólico ou o leste é de onde provém a luz, no entanto a viagem de ida dos Templários em direção a Jerusalém tinha por objetivo não somente retomar a terra santa, mas lutar contra as não cristãos. Claro, na viagem “de volta” eles trouxeram uma grande riqueza cultural e arquitetônica. Além de uma liberdade financeira e ideológica que incomodou a Igreja (e o final sabemos que foi prisão, tortura e “fogueira”). Agora, a viagem de ida (a pedido da Igreja Católica) tinha por obejetivo algo muito parecido com a doutrina de substituição.

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      • Sim, concordo com a simbologia a respeito de Jerusalém. Mas estamos falando da OTO Thelêmica (pós Reuss)? Caso sim, ela diverge dos mistérios osirianos e está cronologicamente muito antes de Crowley “receber” o “Liber Al.” e existir a OTO como a conhecemos hoje.

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    • “cavaleiros maçonicos eleitos-cohen” ou seja cavaleiros maçônicos eleitos pelo alto sacerdócio de Sião, aquela coisa da cebola na maçonaria camadas e mais camadas de eleitos, se superiores aos outros irmãos, um oriente 3 degraus acima do resto do templo sempre divindo e refinando.

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      • Sim, os Cohens eram sacerdotes eleitos e “uma camada a mais” na maçonaria da época. Soa elitista e de fato parece que a ideia era essa: recrutar qualidade e não quantidade. Mas, a maioria dos estudiosos de Martinez de Pasqually afirmar que este não conhecia o hebraico. Outra questão seria o pŕoprio Tratado de Reintegração dos Seres, pois ele mais parece um texo de inspiração gnóstica (mito de Sophia e a Reintegração almejada). Os Cohen absorveram muito do judaísmo sefaride presenta na europa da época. Porém, dificilmente eles estariam sob um comando sionista. O próprio tratado de Reintegração dos Seres não é um documento para a difusão do judaísmo, mas com a finalidade de uma reintegração espiritual por meio de um amálgama cultural (a inclinação gnóstica-cristã pode srvir como exemplo).

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      • Anubisch777 os cohen ou cohanim, existem até os dias de hoje, suas linhas são conhecidas e mantidas no judaísmo para que caso um dia o templo seja erguido eles se tornem sacerdotes, eles tem restrições diversas em seu cotidiano, e possuem o DNA de Araão irmão de Moisés.

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      • Interessante. Mas estes Cohen (cohanim) ou sacerdotes, seriam adeptos da religão judaica ou membros da “Ordem Martinista dos Elus Cohens ? Caso essa exigência de consanguinidade exista na ordem ocultista/esotérica me parece algo bastante radical.

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      • cohen são pessoas que pertencem a uma linhagem, que recebem a linhagem através da mãe são todos judeus, geralmente tem o sobrenome cohen, mas nem todo mundo com o sobrenome cohen é cohen de fato.

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    • postei um texto sobre hiram abiff de um maçom australiano para enriquecer o tema.

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      • Li o texto e me pareceu interessante demais não somente pelo conteúdo informativo, mas porque demonstra sinceridade intelectual do Rabino e Maçon. Não está explícito mas ele conseguiu separa mito/lenda sem negar a existência de incertezas ou contradições históricas. No meu entendimento isto não desmerece a lenda (pois ela faz parte de um contexto ritualístico, de uma alegoria que busca transmitir um ensinamento ou lição/mensagem de cunho tradicional e moral, sem uma comprovação “ao pé da letra” ou ” pé da História”).. Agora, retomo um tema que eu havia postado anteriormente. Seria o Egito a origem histórica da Amorc? As referências ao Faraó Akhenaton também não poderiam ser somente uma lenda ou simbologia tendo o sol como representação da divindade, ou cósmico? Me estranha que a Fraternidade Max Heindel, Rosacruz Áurea e ouras ordens rosacrucianas não reivindiquem essa “origem egípcia literal” (histórica).

        Abraço!

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      • A amorc é uma rosacruz a parte de todas as ordens rosacruzes, porque sofreu uma fortíssima influencia maçônica, e a todo custo busca um monopolio existencial, e o tem pelo auxilio da maçonaria, é como se a amorc, fosse um tipo de rosacruz criado pela própria maçonaria, porque movimento rosacruz sem cristianismo é meio bizarro

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  4. Concordo plenamente. Se por acaso a filiação egípcia fosse apenas uma alegoria, lenda ou mito no intuito de transmitir uma mensagem de cunho tradicional eu assimilaria. No entanto, as alegações são de uma origem Histórica (primeiros rituais realizados em pirâmides, me parece insustentável). Acredito que os ensinamentos da AAmorc possam ser de grande interesse (principalmente as técnicas de meditação e relaxamento baseados no yoga). Outro exemplo que me parece estranho: muitos acreditam que o livro “Os Símbolos Secretos Rosacruzes dos Séc. xvi e xvii” sejam exclusividade, quando na realidade foram editados por Franz Hartman, que não participou da referida ordem. Em suma, os ensinamentos são bastante ecléticos, mas a insistência nas origens egípcias (até mesmo se sobrepondo aos Manifestos Rosacruzes), ou o simples fato de se pronunciar como a única e legítima organização rosacruciana não me convence.

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    • vida e mistério dos rosacruzes um otimo livro sobre o assunto, antigo, ele não cita a amorc, eu o tive em mãos e acabei não o tornando PDF me sinto mal por isso, seria de grande importancia para os pesquisadores, de onde achas que vem os rituais da AMORC?

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  5. Penso que tenha sido elaborado a partir do rito de Memphis-Misraim. Digo isto pela grande semelhança (que não parece ser coincidência) entre a planta baixa dos templos da Amorc e deste rito maçônico., como também, pela predominância da temática egípcia. Ainda, acredito que a Golden Dawn tenha influenciado bastante a Amorc.

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    • A golden dawn só tem duas velas no altar, e as colunas ficam bem no meio do templo, quanto a estrutura seria muito dificil

      já o memphis misraim, tem um candelabro de sete velas no altar central(olha a apropriação indébita ai gente)
      e os rosacruzes chamam o altar central de shekinah um erro de tradução da palavra shechinah (sherriná) que significa presença de D’us.
      fora que o vertice do altar rosacruz é para baixo, uma clara referencia ao feminino sagrado, tinha uma seita cristã antiga os arianistas se não me engano, que diziam que o espirito santo era uma mulher, era a verdadeira esposa de jesus, logo a significancia de uma menina chamada columba acender as velas do altar.

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      • Sim, quanto aos rituais fica meio forçado tentar atribuir à GD ou ao rito maçônico mencionado as origens do ritual na Amorc(também, eu não sabia sobre o uso do candelabro de sete velas neste rito). Agora, sobre o aspecto do triângulo e o feminino sagrado eu já havia me questionado sobre isto. E quanto ao cristianismo, “columba” significa pomba em latim (a simbologia do pombo/a no imaginário cristão é muito significativo).

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      • https://pt.wikipedia.org/wiki/Arianismo

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      • Interessante o tema e merece uma leitura atenta. Sempre que leio sobre movimentos cristão anteriores ao surgimento da Igreja Católica, e a posterior delimitação do Cânone Oficial (assim como os dogmas doutrinários romanos) penso o quanto foi omitido ou “deletado da história”. Isto no intuito de manter uma coerência doutrinária que não somente justificasse o catolicismo, mas a própria cidade-estado Vaticano (sua soberania como teritório, poder temporal e a “missão doutrinária”, que bem conhecemos). Agora não fugido ao tema, mas retornando à questã do aspecto sagrado feminino, essa página me pereceu interessante. Não somente pelo texto (que em alguns momentos parece de forte viés teosófico), mas principalmente o símbolo do “triângulo-delta com uma rosa”: https://lusophia.wordpress.com/2012/01/24/maconaria-feminina-mulher-e-tradicao-por-vitor-manuel-adriao/

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      • e são duas referencias claras a colunas da cabala deturpada, a coluna negra (puta) e a coluna branca(virgem) dois opostos da ideia de maniqueismo existencial

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      • Interessante o tema e merece uma leitura atenta. Sempre que leio sobre movimentos cristãos anteriores ao surgimento da Igreja Católica, e a posterior delimitação do Cânone Oficial (assim como os dogmas doutrinários romanos) penso o quanto foi omitido ou “deletado da história”. Isto no intuito de manter uma coerência doutrinária que não somente justificasse o catolicismo, mas a própria cidade-estado Vaticano (sua soberania como território, poder temporal e a “missão doutrinária”, que bem conhecemos). Agora não fugido ao tema, mas retornando à questão do aspecto sagrado feminino, essa página me pereceu interessante. Não somente pelo texto (que em alguns momentos parece de forte viés teosófico), mas principalmente o símbolo do “triângulo-delta com uma rosa”: https://lusophia.wordpress.com/2012/01/24/maconaria-feminina-mulher-e-tradicao-por-vitor-manuel-adriao/

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      • gostaria de fazer um adendo; todas as ordens femininas da maçonaria masculina, Rainbow girls, filhas de jó, estrela do oriente, só para citar as mais conhecidas, todas elas possuem iniciação e cargos e ritual, porém nenhuma absolutamente nenhuma possui estrutura de graus, é uma grande sala de convivencia para as moçoilas e matronas dos maçons conviverem e se acalmarem em relação ao segredos dos seus maridos,pais, irmãos…claro a benemerencia rola solta, a mulher vai ter papel decisivo e ritualistico em ritos a ISIS ou NUIT, ou seja em ritos de glorificação a deusa santa ou a deusa puta.

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  6. Olá,

    Este ritual maçônico me pareceu muito peculiar. Fiquei “matutando” se aoperações ritualísticas de solstício não esteja vinculada ao Martinezismo (pelo fato de Pasqually haver ido morar neste País. Não sei se o círculo risacdo no chão é uma referência à teúrgia ou tribos de Israel. Não consegui entender as explicações no vídeo (conheço pouquíssimo de francês).

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    • bom video vou publica-lo, pasqually se perdeu quando foi para o haiti, mas entende-se que eram outros tempos, e os cristãos estavam a dar tiros no escuro no quesito esoterismo

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  7. […] E quando a maçonaria teve suas articulações descobertas pelos nazistas, ao profanarem os rituais os monstros descobriram palavras de passe e temáticas totalmente mosaicas/judaicas e logo a confusão estava pronta(pois é bem logica e facil a associação se a pessoa ignorar os detalhes citados). sugiro a leitura do texto (https://ocultismopel.wordpress.com/2016/04/15/apropriacoes-indebitas/) […]

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