Porque a Goetia/Goecia é uma “fraude”?

vamos lá então, talvez esse post tire o emprego de muito picareta, de muitos que usam do occultismo como o seu herbalife esoterico dando aulas a alunos mediocres e sem base alguma.

Primeiramente o que diz a internet sobre a Goetia?

“Goetia ou Ars Goetia, ou ainda, Feitiçaria, refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de “anjos caídos” e/ou “demônios” ou “espíritos que não seguem linhas evolutivas”. Baseia-se, geralmente, na tradição judaico-cristã em que o rei de Israel, Salomão, fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e, consequentemente, a todos os espíritos menores governados por eles. Desta forma, o rei Salomão e, posteriormente, seus discípulos teriam toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro.” (de acordo com a wikipédia)

Aqui vai a dica de ouro, a mais importante dica que eu posso lhe oferecer no que diz respeito a ocultismo em geral, estude a origem daquilo que lhe apresentam, estude a fonte, o ocultismo é a casa de varios bastardos e de filhos ilegitimos, a GOETIA é um filho ilegitimo de salomão, e já vou lhe explicar porque, começando respondendo a pergunta mais importante de todas, QUEM FOI SALOMÃO?

Salomão é uma tradução de um nome, uma grosseria diga-se de passagem, não se deve nunca traduzir o nome de ninguém, Salomão que no inglês se chama Solomon, no Arabe Suleiman, se chama em sua lingua oficial SHLOMO, Shlomo ben David(salomão filho de David), Shlomo ha Melech(O Rei Salomão) foi um homem fantástico e mitico! Mas basicamente SALOMÂO ERA UM JUDEU PRATICANTE MUITO PARECIDO COM OS JUDEUS ORTODOXOS DE AGORA.

A palavra Shlomo vem de shalom, significando o pacifico.

De acordo com a Orthodox Union

“Shlomo HaMelech – rei Salomão, filho de David HaMelech, rei David. Shlomo realizou o sonho de seu pai, para construir o Beit HaMikdash, o Templo, em cerca de 1.000 aC.

(vale ressaltar que por mais estranho que o templo possa parecer pra vocẽ GOY[não judeu] vale ressaltar que o templo é lugar de milagre e não de mistério, não há mistério dentro do templo, não há segredo dentro do templo)

Quando HaShem lhe ofereceu o que quisesse, Shlomo escolheu a sabedoria. Reconhecendo sua sábia escolha, HaShem lhe concedeu riquezas e sabedoria.

Shlomo foi o autor de vários trabalhos na “TANACH”, a Bíblia hebraica. De acordo com a nossa tradição, encontrada em Masechet Bava Batra, ele escreveu: “Shir HaShirim”,   “O Cantico dos Canticos”, uma canção de amor entre um “homem” e uma “mulher” que  é uma metáfora para a relação entre HaShem e o Povo judeu.

Ele também escreveu “Mishlei”, “Provérbios”, um compêndio de provérbios sábios; Por exemplo: “Que a bondade e a verdade nunca vos deixem; Amarrá-los ao redor do pescoço; Escreve-os na tábua do teu coração “(Mishlei 3: 3) e” Considere o comportamento da formiga preguiçosa, observe sua constante ocupação e ganhe sabedoria “(Mishlei 6: 6) e” Toda mulher sábia constrói sua casa; O tolo a destrói com suas próprias mãos “(” Mishlei 14: 1)

Outra obra de Shlomo é “Kohelet”, “Eclesiastes” (que significa “Pregador”, de acordo com uma interpretação). Este trabalho considera todas as filosofias do mundo, inclusive aquelas alheias ao judaísmo, mas foi mantido na Bíblia hebraica por CHAZAL por causa da conclusão, em que Shlomo diz: “O fim da matéria, tudo o que foi ouvido, é ‘Medo O Senhor e cumprir Seus mandamentos, pois este é o propósito do homem—– (Aqui os ocultistas vão forçar a barra e usar de desonestidade dizendo que isso legitima a goetica como uma ciencia de origem judaica ou do proprio Salomão)”.

—-Essa história de 72 demonios da onde vem?

O cristão/pagão europeu tem uma mania muito feia e constante(constante até pelo menos o século XX) de pegar coisas do judaísmo e inventar bobagens com ela, eles pegaram as 22 letras do hebraico e disseram que elas eram na verdade as 22 laminas do Tarot, e eles pegaram os 72 nomes misticos de D’us e criaram os 72 nomes dos Demônios da Goetia, mas porque?

Porque os cristãos tem necessidade de jogar a biblia Hebraica (AKA antigo testamento) na sombra do obscuro, do umbral, do degenerado, do datado, do antigo, do esquecido e principalmente do nebuloso, pois o cristianismo é uma bola de chumbo sustentado por gravetos, de tal forma que o misticismo dá uma sobrevida a existencia do cristianismo(que é um filho ilegitimo do judaismo) como religião, que se baseia na vinda de um Deus homem que morreu há 2000 mil anos e nunca mais voltou(e nem vai voltar) o mistico é um belo tapa buraco,e para o homem medieval demonizar o judeu é uma forma de tapar o buraco perante a quantidade absurda de coisas inexplicaveis que acontecia a sua volta(peste negra)

Quando eu era um mistico ativo, sempre ouvi dos “grandes mestres” que aquele que não falava latin,hebraico e grego não poderia de forma alguma invocar as grandes forças,Latin hebraico e grego???? Agora isso não soa um tanto quanto católico? Não são as linguas do ritual de exorcismo??? Se eu fosse invocar um ser Sumério ou hebraico não seria melhor aprender Aramaico,Sumério e Hebraico?????

porque salomão precisaria de cruzes em seu circulo magico? porque usaria um triangulo??? sendo que esse simbolo não adorna NENHUM ritual judaico????

A ideia do espelho negro vem da observação dos não-judeus de que os judeus cobriam os espelhos em determinados momentos, como o espelho por sí só é um elemento curioso (o mais proximo de uma tela de alta definição que o homem primitivo alcançou) deu-se esse valor magico ao espelho.

O judaísmo não nega a “existencia” de outras entidades, tanto o é que usa da expressão elohim para se tratar delas (na Torah) diferenciando elas do ELOHIM a partir de uma coisa chamada exclusividade de culto, então essa divindade  do TETRAGRAMA passa os rituais exclusivos que os judeus devem usar NA TORAH, o levitico nada mais é do que o GRIMORIO dos judeus, eles não podem inventar rituais novos, ou participar de rituais novos mesmo que esses rituais sejam feito sem idolatria, o que está no Pentateuco é pétreo não pode ser mudado, esquecido ou relativizado.

os objetos “magicos” dos judeus são descritos na Torah oral e na Torah escrita, basta uma leitura rapida em livros como o Kitsur Shulchan Aruch,Talmude bavli e biblia Hebraica para perceber a IMPOSSIBILIDADE dos judeus terem criado a GOETHIA, além de que Salomão era o mais alto homem entre os judeus, ele era o rei, era um Tsadik(um justo), como um homem com um vinculo tão forte e constante com o D’us judaico faria uso de seres tão rasteiros? Ele não pode! não tem como estar conectado com dois padrões vibratórios tão diferentes!

Então isso

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virou isso:

goetia

Que mais parece isso

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Então como a Goethia funciona?(se funciona)

Partindo do principio de funcionamento da magia do Chaos, é facil entender como a goetia funciona, ou como ela funciona a partir do uso de auto-sugestionamento, que leva ao mesmerismo(hipnose) e depois ao espiritismo etc…

um “porrilhão” de pessoas acreditando no inferno faz ele existir??? Ou ainda seguindo o conceito de infinitas realidades paralelas em alguma delas os demonios goeticos existem?Sim?Bom ai você vai ter que crer que talvez o Pikachu exista em algum lugar não?(se a mente cria)

Ainda sobre os 72 nomes de D”us o site Coisas judaicas diz:

“A Kabbalah ensina que todo ser humano compartilha o mesmo propósito final na vida, que é receber a completa felicidade e plenitude que Deus deseja para nós. Mas ao mesmo tempo em que é fácil falar, há também a necessidade de um trabalho espiritual verdadeiro, a fim de remover as tendências negativas que nos afastam das dádivas da vida. E ao assumirmos este trabalho, nossas almas necessitam de suporte técnico, assim como um computador ou qualquer outro mecanismo altamente sensível.

Um dos ensinamentos mais importantes da Kabbalah é que não nos encontramos sozinhos nas tarefas da vida. Existem ferramentas poderosas para nos ajudar, incluindo a própria Bíblia. A Kabbalah ensina que a Bíblia nem é um tópico de estudo acadêmico nem um livro de mandamentos e proibições que devam ser entendidos literalmente. A Bíblia é um documento em código, no qual as escoras do universo encontram-se ocultas – inclusive a incrível tecnologia espiritual conhecida como os 72 Nomes de Deus.

O que são realmente os 72 Nomes? De acordo com os ensinamentos cabalísticos, 72 seqüências únicas de letras hebraicas do Capitulo 14 do livro de Êxodus criam uma vibração espiritual que constitui um poderoso antídoto para a energia negativa do ego humano. Esta revelação é um passo adiante crucial no trabalho de milhares de anos dos mestres cabalistas.

Cada geração sucessiva de sábios avançou na tarefa de decodificar a Bíblia – cada um construindo em cima do trabalho daqueles que o antecederam, cada um dando sua própria contribuição à sabedoria cabalística. O propósito e o compromisso do Kabbalah Centre é continuar este trabalho. O estudioso cabalístico Yehuda Berg devotou cinco anos à pesquisa e descoberta dos significados ocultos das seqüências de letras que compreendem os 72 Nomes. Sua revelação foi um marco na história de séculos da Kabbalah.

A chave para se conectar com o poder dos Nomes é encontrada nas passagens bíblicas específicas das quais elas derivam. Conforme descreve a Bíblia, 600.000 israelitas estavam às margens do Mar Vermelho. O Faraó e o exército egípcio os estavam perseguindo. Com o mar à sua frente e seus inimigos atrás, parecia que não havia para onde os israelitas se voltarem. Eles só podiam clamar a Deus pela salvação. E o que o Criador disse em resposta aos seus apelos? Esta é uma das passagens mais cuidadosamente estudadas e debatidas em todo o estudo bíblico. A resposta foi: “Por que vocês estão clamando a mim?”

Mas a quem poderiam os israelitas clamar senão a Deus? Os cabalistas explicam que a passagem é uma mensagem codificada, explicando o segredo da natureza humana e a forma de suplantar os desafios que enfrentamos durante as nossas vidas.

Em seu comentário sobre esta passagem, o Zohar, a fonte da sabedoria cabalística, explica que não havia necessidade da ajuda do Criador – porque naquele momento Moisés revelou os 72 Nomes, e a consciência coletiva do povo estava elevada. Mas nem uma única molécula de água se moveu até que o povo tivesse fisicamente caminhado em direção ao mar com certeza absoluta. Somente quando estavam com as ondas na altura do pescoço – e ainda assim mantendo total certeza de que a água se abriria – o mar se partiu para proporcionar-lhes uma passagem para a liberdade.

Como o Zohar deixa claro, o propósito dos 72 Nomes está oculto na história em que eles são encontrados. Os Nomes constituem uma ferramenta para ajudar a humanidade a assumir o controle sobre o caos, controlando a natureza física. Ao usar os 72 Nomes, os israelitas superaram a negatividade da dúvida baseada no ego e desta forma mudaram a natureza da água, até que ela deixasse de fluir. De acordo com a Kabbalah, a humanidade está destinada a ter o controle sobre a natureza física; o único obstáculo é o nosso ego. Superar o ego em sua raiz permite o controle sobre o mundo físico, e este é o propósito do INSTRUMENTO QUE SÃO OS 72 NOMES.( Ai vem o cristão maniqueista e mongoloide e cria uma contra parte para isso)

O Zohar explica ainda que, apesar do que possamos acreditar, nosso ego não constitui realmente quem somos. Mais apropriadamente, os cabalistas descrevem o ego como uma vestimenta, uma cortina que esconde a Luz do nosso eu verdadeiro. Nosso propósito neste mundo é remover a vestimenta que oculta nossa verdadeira essência e potencial.

significados ocultos das seqüências de letras que compreendem os 72 Nomes. Sua revelação foi um marco na história de séculos da Kabbalah.

A chave para se conectar com o poder dos Nomes é encontrada nas passagens bíblicas específicas das quais elas derivam. Conforme descreve a Bíblia, 600.000 israelitas estavam às margens do Mar Vermelho. O Faraó e o exército egípcio os estavam perseguindo. Com o mar à sua frente e seus inimigos atrás, parecia que não havia para onde os israelitas se voltarem. Eles só podiam clamar a Deus pela salvação. E o que o Criador disse em resposta aos seus apelos? Esta é uma das passagens mais cuidadosamente estudadas e debatidas em todo o estudo bíblico. A resposta foi: “Por que vocês estão clamando a mim?”

Mas a quem poderiam os israelitas clamar senão a Deus? Os cabalistas explicam que a passagem é uma mensagem codificada, explicando o segredo da natureza humana e a forma de suplantar os desafios que enfrentamos durante as nossas vidas.

Em seu comentário sobre esta passagem, o Zohar, a fonte da sabedoria cabalística, explica que não havia necessidade da ajuda do Criador – porque naquele momento Moisés revelou os 72 Nomes, e a consciência coletiva do povo estava elevada. Mas nem uma única molécula de água se moveu até que o povo tivesse fisicamente caminhado em direção ao mar com certeza absoluta. Somente quando estavam com as ondas na altura do pescoço – e ainda assim mantendo total certeza de que a água se abriria – o mar se partiu para proporcionar-lhes uma passagem para a liberdade.

Como o Zohar deixa claro, o propósito dos 72 Nomes está oculto na história em que eles são encontrados. Os Nomes constituem uma ferramenta para ajudar a humanidade a assumir o controle sobre o caos, controlando a natureza física. Ao usar os 72 Nomes, os israelitas superaram a negatividade da dúvida baseada no ego e desta forma mudaram a natureza da água, até que ela deixasse de fluir. De acordo com a Kabbalah, a humanidade está destinada a ter o controle sobre a natureza física; o único obstáculo é o nosso ego. Superar o ego em sua raiz permite o controle sobre o mundo físico, e este é o propósito do INSTRUMENTO QUE SÃO OS 72 NOMES.

O Zohar explica ainda que, apesar do que possamos acreditar, nosso ego não constitui realmente quem somos. Mais apropriadamente, os cabalistas descrevem o ego como uma vestimenta, uma cortina que esconde a Luz do nosso eu verdadeiro. Nosso propósito neste mundo é remover a vestimenta que oculta nossa verdadeira essência e potencial.

Bom, Partindo da idéia que em hebraico o plural das palavras no masculino terminam em “im”, o nome utilizado para D´us, Elo-him, não representaria uma conjunção de divindades?

A resposta vai até o âmago da raiz da palavra Elo-him. As palavras hebraicas derivam de uma fonte básica de três letras, ou às vezes de uma palavra menor de duas letras. A raiz de três letras de Elo-him é “Ele”, que significa “estes.” Olhando o mundo à sua volta, a mente pagã impressionou-se com uma multiplicidade de objetos – montanhas, mares, árvores, grama, flores, nuvens, estrelas e planetas. Cada um deve ter seu poder. Para cada um deve haver uma força Suprema e Máxima, um “deus das montanhas, dos mares,” etc.

A raiz mais curta de duas letras de “Ele” é “El”, que na verdade significa “força” ou “poder.” Estes poderes sugerem a existência de muitos deuses. A diversidade cria a idolatria.

Mas onde o pagão foi induzido ao erro pela multiplicidade, o judeu encontrou a confirmação do monoteísmo na própria diversidade de Sua obra.

O nome Elo-him, explicam nossos Sábios, representa a manifestação Divina através da natureza. Todas as forças e energias no universo, todo o poder e força que o homem pudesse ter, emanam do Único Criador do universo.

É por este motivo que o nome de D’us, Elo-him, aparece mais freqüentemente que qualquer outro nome de D’us no decorrer dos dois primeiros capítulos do Gênesis. Nestes dois capítulos, o Todo Poderoso está criando todos os poderes e forças que enchem o universo. Não há nenhum deus sol para ser venerado. Na verdade, o D’us que criou o sol no quarto dia criou os peixes no quinto.

Talvez a mais notável contribuição intelectual do século vinte tenha sido a compreensão de Einstein sobre a unidade entre matéria e energia. Dois aspectos aparentemente diferentes da existência eram, na verdade, um. Diz-se de Einstein que passou os últimos anos de vida tentando encontrar um único poder unificador para o universo inteiro, um fato do qual ele estava convicto. Nós, judeus, acreditamos ter encontrado esta Unidade Suprema: D’us é a Unicidade do mundo, o poder (El) por trás de tudo. Seu Nome é plural para transmitir Sua existência dentro de tudo. As primeiras palavras da Torá é aquilo que Einstein estava tentando encontrar.

As palavras de abertura do Gênesis dizem: “Bereshit bará Elo-him”, “No princípio D’us criou”, Elo-him pode aparecer por meio dos múltiplos aspectos de Sua criação para representar muitos, mas “bará” (criou) é singular. Unidade na diversidade. Este é o segredo do universo.

A medida que se conhece o judaismo, se compreende as asneiras que os ocultistas “grandiosos” do passado (como Levy) disseram,e tudo desmorona.

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Pergunte-se ” O que tem de judaico nisso?”

 

~ por Rosemaat Abiff em 17/01/2017.

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