MAÇONS NO ESPAÇO

Em 2019 o mundo comemorou os 50 anos de uma incrível façanha da humanidade, que lembrou a toda uma geração o quão poderoso é o espírito empreendedor do Homem: a chegada da missão Apollo XI ao solo da Lua, em 20 de julho de 1969!

Todo aquele com mais de sessenta anos de idade viu pela TV (em seus primeiros anos), ou ouviu pelo rádio, ao vivo, a conquista norte-americana que, mesmo atualmente, é de enorme magnitude. Os jovens de hoje tendem a acreditar que os computadores resolvem tudo em um clique, e por isso acabam misturando ficção cientifica com os fatos reais da corrida espacial. Para se ter uma ideia das dificuldades da época, um smartphone de hoje tem 4 mil vezes mais capacidade que o computador a bordo da nave Apollo! Por isso, tantos profissionais – homens e mulheres – precisaram reunir suas mentes brilhantes em torno de cálculos dificílimos, e solucionar problemas de engenharia num esforço poucas vezes visto antes. Foram mais de 400 mil pessoas envolvidas no projeto ao longo de 10 anos! Como pode alguém ainda acreditar que tudo tenha sido uma farsa de Hollywood, sem que ninguém confessasse qualquer coisa à imprensa?

Por falar em conspirações, gostamos de acreditar que os astronautas da Apollo XI teriam sido irmãos maçons, afinal, progresso e empreendedorismo combinam com a Maçonaria! Mas vamos aos fatos:

Dentre as cabeças pensantes e diretores da NASA realmente haviam vários irmãos maçons que nos orgulharam por sua dedicação e pelo sucesso obtido, como por exemplo o Diretor da NASA à época do Programa Apollo, o irmão Fred Kleinknecht, 33, que depois foi Soberano Grande-Inspetor do Conselho do REAA de Jurisdição do Sul dos EUA. Mas, da equipe de astronautas da Apollo XI formada por NEIL ARMSTRONG JR, “BUZZ” ALDRIN e MICHAEL COLLINS, apenas ALDRIN era maçom.

Neil Armstrong Jr, o primeiro a pisar na Lua, era filho de um maçom de mesmo nome, irmão atuante da Grande Loja de Ohio, o que pode ter acarretado a confusão e alimentado mitos. O major Collins não pertenceu à Ordem, mas Edwin “Buzz” Aldrin, o segundo a pisar na Lua, foi um maçom ativo, iniciado desde 1955! É sabido que, autorizado pelo Grão-Mestre do Texas, J. Guy Smith, Aldrin levou à Lua uma pequena bandeira do já mencionado Conselho do REAA, que está em exposição até hoje em um museu maçônico.

Quando voltaram à Terra, os astronautas viraram celebridades internacionais, e o governo americano providenciou logo uma turnê mundial, levando Armstrong, Aldrin e Collins por vários países. No Rio de Janeiro, ainda em 1969, receberam do GOB uma medalha de reconhecimento em ouro 18k.

No fim das contas, a ida à Lua foi muito mais que uma conquista americana, pois simbolizou o poder do engenho humano superando limites. E, ao nos mostrar o nosso pequeno planeta azul tão pequeno no espaço, plantou as sementes de um ideal de universalidade e de fraternidade, já que estamos todos nesta mesma nave, frágil, diante da vastidão da galáxia.

por Sergio Navarro Teixeira

(matéria com informações de diversos sites nacionais e internacionais; inspirada ainda nos estudos do Irmão Kennyo Ismail, 33, Mestre Instalado, autor de alguns livros e do blog maçônico “No Esquadro”)

Publicado no Informativo O Compasso de Rio Claro, Edição 67, de Agosto 2019, disponível em https://bancadosbodes.com.br/o-compasso-de-rio-claro-ed-67-agosto-2019/

~ por Banca dos Bodes em 21/06/2020.

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